Equipamentos de teste de relés de proteção

Os equipamentos de teste de relés comprovam que as proteções elétricas — máxima intensidade, distância, diferencial ou frequência — atuam no valor e no tempo previstos. Injetam correntes e tensões controladas no relé e cronometram a resposta ao milissegundo, revelando ajustes incorretos, contactos desgastados e atrasos fora de tolerância antes de causarem um disparo intempestivo ou um defeito não eliminado.

O que verificam e como funcionam?

O equipamento gera grandezas de ensaio monofásicas ou trifásicas e regista o valor de arranque, o tempo de operação segundo a curva característica, a relação de reposição e as sequências de religação. Os conjuntos trifásicos AK-10 e AK-30 realizam injeção secundária em proteções numéricas e eletromecânicas.

Como escolher o equipamento certo

  • Canais: monofásico para elementos simples; trifásico (AK-6, AK-10, AK-30) para proteções de distância e diferenciais.
  • Gama de injeção: cobrir secundários de 1 A e 5 A com margem para curvas de tempo inverso.
  • Automatização: modelos de ensaio e relatórios automáticos poupam horas de trabalho na subestação.
  • Ferramentas afins: o APCI600 ensaia disjuntores BT e o Traptor apoia o diagnóstico de proteções.

Dúvidas sobre o modelo adequado? Escreva para info@amperis.com.

Aplicações

  • Comissionamento e manutenção de proteções em subestações de transporte e distribuição.
  • Verificação periódica de relés na indústria, renováveis e caminhos de ferro.
  • Reensaio após alterações nos ajustes de coordenação de proteções.

Normas aplicáveis

  • IEC 60255: relés de medida e equipamentos de proteção.
  • IEEE C37.90: requisitos gerais de relés de proteção.
  • ANSI/NETA ATS: tolerâncias de aceitação em campo.

Perguntas frequentes

Com que frequência se devem testar os relés de proteção?

A prática corrente, alinhada com a NETA MTS, é ensaiar a cada 2–3 anos e sempre após uma alteração de ajustes ou uma atuação suspeita. Em subestações críticas, muitos operadores testam anualmente os esquemas principais.

O que é a injeção secundária?

Consiste em aplicar sinais de ensaio diretamente ao relé, ao nível dos secundários dos transformadores de medida, sem energizar o primário. Os defeitos reproduzem-se de forma segura e repetível.

O mesmo equipamento serve para relés eletromecânicos e numéricos?

Sim. A gama Amperis ensaia desde relés eletromecânicos antigos até proteções numéricas atuais; nestas convém verificar também a parametrização e as entradas/saídas binárias.

Recursos e contacto

Categorias relacionadas: teste e verificação de interruptores e testes de transformadores. Orçamentos e apoio técnico: info@amperis.com · +34 982 20 99 20.