Equipamentos de teste de relés de proteção

Os equipamentos de teste de relés comprovam que as proteções elétricas — máxima intensidade, distância, diferencial ou frequência — atuam no valor e no tempo previstos. Injetam correntes e tensões controladas no relé e cronometram a resposta ao milissegundo, revelando ajustes incorretos, contactos desgastados e atrasos fora de tolerância antes de causarem um disparo intempestivo ou um defeito não eliminado.

O que verificam e como funcionam?

O equipamento gera grandezas de ensaio monofásicas ou trifásicas e regista o valor de arranque, o tempo de operação segundo a curva característica, a relação de reposição e as sequências de religação. Os conjuntos trifásicos AK-10 e AK-30 realizam injeção secundária em proteções numéricas e eletromecânicas.

Como escolher o equipamento certo

Dúvidas sobre o modelo adequado? Escreva para [email protected].

Aplicações

Normas aplicáveis

Perguntas frequentes

Com que frequência se devem testar os relés de proteção?

A prática corrente, alinhada com a NETA MTS, é ensaiar a cada 2–3 anos e sempre após uma alteração de ajustes ou uma atuação suspeita. Em subestações críticas, muitos operadores testam anualmente os esquemas principais.

O que é a injeção secundária?

Consiste em aplicar sinais de ensaio diretamente ao relé, ao nível dos secundários dos transformadores de medida, sem energizar o primário. Os defeitos reproduzem-se de forma segura e repetível.

O mesmo equipamento serve para relés eletromecânicos e numéricos?

Sim. A gama Amperis ensaia desde relés eletromecânicos antigos até proteções numéricas atuais; nestas convém verificar também a parametrização e as entradas/saídas binárias.

Recursos e contacto

Categorias relacionadas: teste e verificação de interruptores e testes de transformadores. Orçamentos e apoio técnico: [email protected] · +34 982 20 99 20.