Os equipamentos de teste de relés comprovam que as proteções elétricas — máxima intensidade, distância, diferencial ou frequência — atuam no valor e no tempo previstos. Injetam correntes e tensões controladas no relé e cronometram a resposta ao milissegundo, revelando ajustes incorretos, contactos desgastados e atrasos fora de tolerância antes de causarem um disparo intempestivo ou um defeito não eliminado.
O equipamento gera grandezas de ensaio monofásicas ou trifásicas e regista o valor de arranque, o tempo de operação segundo a curva característica, a relação de reposição e as sequências de religação. Os conjuntos trifásicos AK-10 e AK-30 realizam injeção secundária em proteções numéricas e eletromecânicas.
Dúvidas sobre o modelo adequado? Escreva para [email protected].
A prática corrente, alinhada com a NETA MTS, é ensaiar a cada 2–3 anos e sempre após uma alteração de ajustes ou uma atuação suspeita. Em subestações críticas, muitos operadores testam anualmente os esquemas principais.
Consiste em aplicar sinais de ensaio diretamente ao relé, ao nível dos secundários dos transformadores de medida, sem energizar o primário. Os defeitos reproduzem-se de forma segura e repetível.
Sim. A gama Amperis ensaia desde relés eletromecânicos antigos até proteções numéricas atuais; nestas convém verificar também a parametrização e as entradas/saídas binárias.
Categorias relacionadas: teste e verificação de interruptores e testes de transformadores. Orçamentos e apoio técnico: [email protected] · +34 982 20 99 20.