Vídeo: APD-ANNUNCIATOR – Guia técnico
Guia técnico do APD-ANNUNCIATOR: instalação, ligações e colocação em serviço. Como se monta em aparelhagem em serviço, como se ligam em cascata os sensores e os módulos, como se definem os limiares de alarme acima do ruído de fundo de cada instalação e como se verifica o sistema do sensor ao SCADA.
Vídeo gerado por IA. A informação deve ser validada por um engenheiro da Amperis.
Ver a ficha do produto: Detector de descargas parciais APD-ANNUNCIADOR
Transcrição do vídeo
Como o APD-ANNUNCIATOR se monta em aparelhagem em serviço, como os sensores e os módulos se ligam em cascata, como se definem os limiares de alarme e como se verifica o sistema. As celas continuam em tensão enquanto o sistema é montado, por isso o trabalho segue as regras de segurança da instalação e é feito por pessoal autorizado. Os sensores externos vão no exterior do invólucro, sem o abrir. Tudo o que vai para dentro de uma cela, ou sobre um condutor de terra,
só se monta segundo o procedimento da instalação para esse compartimento. Para a obra vão os módulos, um porcelo ao grupo de sensores, até três sensores por módulo com os seus cabos coaxiais, cabos RJ45 normais para a cadeia, uma fonte de 9 a 24 V em contínua e o conjunto de tampas antipó para locais com pó no exterior. Todas as ligações estão nas duas extremidades do módulo. Uma extremidade tem uma porta IO e as entradas de sensor 1 e 2. A outra tem a porta USB de configuração,
uma segunda porta IO e a entrada de sensor 3. As duas portas IO, levam Modbus e a alimentação em contínua, de entrada e de saída. Cada sensor vai onde a descarga-se notaria. A versão de contacto assenta plana sobre uma chapa metálica limpa, perto do compartimento de cabos ou do barramento. A versão aérea fica virada para uma grelha ou uma folga, por onde escapam os ultrassens. A versão interna monta-se lá dentro, perto das terminações de cabo.
A pinça de alta frequência envolve o condutor de terra do cabo, por onde os impulsos de descarga regressam à terra. Abre-se pelo feixe de mola, fecha-se à volta do condutor e o seu cabo coaxial vai para uma entrada de sensor livre. A pinça de 20 mm serve para tranças e condutores pequenos, a de 60, para os maiores. Um módulo, ligado. Os três sensores vão para as entradas de sensor 1, 2 e 3. O cabo RJ45 do módulo anterior, ou da fonte, entra numa porta IO, e a outra porta IO segue para o módulo seguinte.
A porta USB só se usa para o configurar a partir de um PC. Uma fila de celas liga-se com o mesmo padrão. Primeiro, os sensores de cada cela ao seu módulo. Depois, os cabos RJ45 de módulo em módulo. A fonte de 9 a 24 volts entra numa extremidade da cadeia, e a ligação Modbus ao secada sai pela outra. A colocação em serviço segue uma ordem. Fixar os módulos e os sensores.
Ligar os cabos dos sensores. Encadear os módulos com RJ45. Só então ligar a alimentação e verificar o sinalizador verde de cada módulo. Configurar a partir de um PC e, por fim, ligar o secada. Cada canal acústico e TEV tem o seu próprio limiar. Primeiro observa-se o canal durante algum tempo, para ver o fundo normal da instalação. Depois coloca-se o limiar acima dele, a interface pode subi-lo automaticamente 6
decibéis acima do nível atual, e o alarme de cada canal ativa-se separadamente. Do lado do secada, o sistema é um equipamento Modbus RTU. O secada lê os níveis e os alarmes de cada canal, guarda as amostras e desenha as tendências, e pode também enviar novos ajustes aos módulos. Quando um canal ultrapassa o seu limiar, acontecem 4 coisas ao mesmo tempo. O seu sinalizador acende no módulo. A saída de hardware dedicada comuta, para um alarme local ou um relé.
O estado chega ao secada. E com a solução de acesso remoto, saem o SMS e o e-mail. Antes de sair da instalação, prova-se a cadeia de ponta a ponta. O simulador portátil de descargas parciais funciona a pilhas e verifica a integridade e a resposta dos sensores instalados, o sinalizador do canal tem de acender, e o alarme tem de chegar ao secada. O mesmo ensaio repete-se em cada visita de manutenção. Um alarme é o início de um diagnóstico, não o fim.
Olha-se para a tendência, a subir, estável, ou ligada à carga ou à umidade. Comparam-se os canais TEV e acústico do mesmo ponto. Depois, uma inspeção portátil localiza a origem e a reparação planeia-se antes da avaria. A manutenção é ligeira. Manter as tampas antipó em locais com pó ou no exterior, as faces dos sensores limpas e bem assentes, verificar que os cabos continuam fixos depois de qualquer trabalho na cela,
e descarregar os dados guardados por USB quando a ligação remota não estiver disponível. Detecção de descargas parciais, da Amperis.
