Vídeo: CA 6630
CA 6630: testador de baterias que mede a resistência interna, pelo método de quatro fios, e a tensão numa só leitura. O que a resistência interna de uma bateria revela, porquê quatro fios e como se utiliza o equipamento, passo a passo.
Vídeo gerado por IA. A informação deve ser validada por um engenheiro da Amperis.
Ver a ficha do produto: Testador de capacidade de baterias CA6630
Transcrição do vídeo
O que a resistência interna de uma bateria revela, e como o CA 6630 a mede, juntamente com a tensão, numa só leitura. Um elemento começa a falhar muito antes de a bateria perder capacidade apreciável, e a sua tensão em flutuação quase não muda. O que muda é a sua resistência interna. Medida com regularidade, aponta o elemento fraco antes de a bateria falhar. O CA 6630 mede a resistência interna pelo método de 4 fios, de 40 miliohms até 40 ohms em fundo de escala,
e ao mesmo tempo a tensão em circuito aberto, numa escala de 4 ou de 40 volts. As duas leituras aparecem juntas no visor. Cada ponta tem dois contactos. Um par injeta uma pequena corrente alternada a um quilohertz; o outro mede a tensão mesmo nos bornes. Como a tensão é tomada na bateria e não no equipamento, a resistência dos cabos desaparece do resultado. O visor duplo mostra a resistência em cima e a tensão em baixo.
Por baixo, 3 LED dão o veredicto do comparador. Depois as setas e SET, as teclas de escala, HOLD, e memória e leitura. E a etiqueta de cima lembra os dois atalhos de apagar. É fornecido numa mala rígida, com dois cabos de medida de um metro terminados em pontas de contacto retráteis, o software de PC, o cabo para ligar o equipamento ao computador e o manual. O cabo vermelho vai à entrada positiva e o preto à negativa. Liga-se o equipamento. Depois, a ponta vermelha no borne positivo da bateria, e a preta no negativo.
A leitura é imediata. Antes da primeira leitura, compensam-se os cabos: curto-circuitam-se as duas pontas e prime-se REL. O visor passa a zero e, a partir daí, os cabos são descontados. Depois escolhem-se as escalas, tocam-se os bornes e lê-se a resistência e a tensão em conjunto. Mede baterias, não a rede. Nunca mais de 50 volts de corrente contínua nas entradas, e nunca uma tensão alternada.
E depois de uma bateria de alta tensão, curto-circuitam-se os cabos antes de passar a uma de baixa tensão, para eliminar a carga que tenham acumulado. O comparador é o que o torna rápido. Cada referência guarda um limite inferior e outro superior de resistência e um limite de tensão. A leitura é comparada com ela e acende-se um LED: passa, aviso ou falha, com um sinal sonoro se se desejar. Podem guardar-se até 99 referências, uma por tipo de bateria.
Mantém-se SET premido dois segundos, escolhe-se o número da referência e introduzem-se os limites inferior e superior de resistência e o limite de tensão. A partir daí, SET ativa ou desativa a comparação. Cada leitura pode ser guardada com uma tecla: até 999. Ou o equipamento pode registar sozinho, com um intervalo de um a 255 segundos, até 9600 amostras. Os dados registados leem-se no PC. O software de PC, fornecido com o equipamento,
descarrega os resultados guardados pela interface de comunicação, exporta-os, representa em gráficos os valores do registador e guarda cada resultado no computador, para acompanhar cada elemento de uma revisão para a seguinte. Funciona com 6 pilhas AA, para cerca de 7 horas de utilização, e desliga-se sozinho ao fim de 30 minutos sem premir teclas. Se ficar guardado mais de dois meses, retiram-se as pilhas. Limpa-se com um pano macio e húmido, nunca com solventes. Utiliza-se nas baterias estacionárias das UPS, das centrais telefónicas e das
instalações de segurança, para encontrar os elementos fracos antes de a capacidade cair e para acompanhar cada elemento de uma revisão para a seguinte. Manutenção de baterias, da Amperis.