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Vídeo: RMO-A

Duração: 5:25 ·

RMO-A: micro-ohmímetro de disjuntores, até 600 A de corrente contínua sem ondulação. O que mede, como se liga a um disjuntor e como se faz um ensaio, desde a primeira pinça até ao resultado guardado.

Vídeo gerado por IA. A informação deve ser validada por um engenheiro da Amperis.

Ver a ficha do produto: Micro-ohmímetro RMO-A

Transcrição do vídeo

O que mede o RMO-A, como se liga a um disjuntor e como se faz um ensaio, desde a primeira pinça até ao resultado guardado. Um contacto de disjuntor que ganhou alguns micro-ohms parece normal. Com a corrente de carga, esses micro-ohms transformam-se em calor, e o calor acelera o desgaste. Para o ver a tempo, faz-se passar uma corrente contínua elevada pelo contacto e mede-se a queda de tensão aos seus terminais. Seis modelos, de 100 a 600 amperes de corrente contínua sem ondulação,

com uma resolução de 0,1 micro-ohm, em 7 a 8 quilos. No painel frontal está tudo o que se usa num ensaio: o ecrã e as teclas, os indicadores de estado, START e STOP, a porta USB, e os dois bornes de corrente com os de medição de tensão entre eles. Atrás, a tomada de rede e o interruptor, o ventilador e o mais importante: o borne de terra. É a primeira ligação a fazer e a última a retirar. É fornecido com o software de PC e os cabos USB, de rede e de terra. Os cabos de ensaio vêm em conjuntos:

dois cabos de corrente com pinças de bateria e dois cabos de medição com pinças crocodilo, de 5 metros de série e dimensionados conforme o modelo. A ordem é fixa. O disjuntor, isolado e ligado à terra. O RMO-A, à terra e desligado. Os cabos ligam-se primeiro ao equipamento e depois ao disjuntor. Ao retirar, ao contrário, e a terra em último lugar. A ligação é Kelvin, a 4 fios. Os cabos de corrente por fora e os de medição por dentro, o mais perto possível do contacto, para que cabos e pinças fiquem fora do resultado.

Vermelho com vermelho, preto com preto. Num disjuntor de tanque vivo, os cabos vão aos terminais de cada extremo da câmara de corte. Num de tanque morto, às duas travessias. Nos dois casos, as pinças de medição ficam por dentro das de corrente. Premindo SET durante 3 segundos chega-se à configuração: o idioma, a data e a hora que marcam cada resultado, e Rmax, um limite de aprovado ou reprovado que acende o LED vermelho.

Um ensaio SINGLE precisa de dois valores: a corrente e a posição de memória. ENTER, e depois START. A ligação dos cabos é verificada, a corrente sobe em rampa, mantém-se um segundo enquanto se mede a queda de tensão, e volta a zero em rampa. As rampas deixam fora da leitura os transitórios magnéticos. Os disjuntores de tanque morto têm um modo próprio. Neles a corrente de ensaio atravessa também os transformadores de corrente das travessias, e enquanto estes se magnetizam, a leitura deriva.

O DTRtest mede a cada segundo, só guarda o resultado quando deteta a saturação, e depois para sozinho. No modo CONTIN a corrente mantém-se durante um tempo definido, com a resistência em direto. Até 100 amperes não há limite. A 600 amperes aguenta 20 segundos e depois descansa 6 vezes esse tempo, e o equipamento impõe-no com uma contagem decrescente. O ecrã de resultados mostra a resistência, a queda de tensão,

a corrente alcançada e a posição de memória. ENTER e START repetem o ensaio uma posição à frente. Se a corrente não foi alcançada, o objeto ou os cabos são demasiado resistivos. Um erro acende o LED vermelho, faz soar o sinal sonoro e indica o problema. Quase todas as mensagens apontam para um cabo: um de medição solto, um de corrente aberto, ou a polaridade invertida. Se os resultados parecem errados, verifique primeiro o equipamento. Dois shunts de teste em série, de 100 micro-ohms

e de um miliohm, ligados tal como um disjuntor. Se alcança a corrente definida e lê dentro da tolerância, a falha está na ligação. Por USB, o software de PC controla todo o equipamento. No modo CONTIN regista cada leitura com o tempo de amostragem escolhido, enquanto o equipamento sozinho só guarda a última, e monta a tabela, o gráfico e o relatório. Mede qualquer resistência baixa que tenha de conduzir corrente elevada: disjuntores, seccionadores, uniões de barramento, emendas de cabo, uniões soldadas e fusíveis, da fábrica à manutenção.

Ensaio de disjuntores, da Amperis.

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