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Vídeo: TWA Avançada

Duração: 5:56 ·

Série TWA Avançada: resistência de enrolamentos e análise do comutador de tomadas em carga, com a resistência dinâmica, a corrente do motor e a vibração registadas em conjunto. O que acrescenta a um ensaio de resistência de enrolamentos, como se liga e como se faz um ensaio totalmente automático do comutador de tomadas.

Vídeo gerado por IA. A informação deve ser validada por um engenheiro da Amperis.

Ver a ficha do produto: TWA Avançada: resistência de enrolamentos

Transcrição do vídeo

O que a Série TWA Avançada acrescenta a um ensaio de resistência de enrolamentos, como se liga e como se faz um ensaio totalmente automático do comutador de tomadas. A Série Avançada mede os 6 enrolamentos com uma só ligação, e analisa o comutador em carga enquanto atua: resistência dinâmica, corrente do motor e vibração, registadas em conjunto, com todo o varrimento comandado a partir do ecrã tátil. Resistência de uma 10ª de micro-ohm a 10 quilo-ohms. Corrente de ensaio até 25 amperes em contínua,

e até 40 na verificação de sincronismo. Resistência dinâmica amostrada a cada 10ª de milissegundo, e 32 gigabytes de memória interna. Face à Série Standard, a Avançada acrescenta um ecrã tátil com modelos de ensaio guardados, um ensaio totalmente automático a partir do próprio equipamento, um canal de vibração, 32 gigabytes de memória e Ethernet. E os seus dois modelos registam a resistência dinâmica à 10ª de milissegundo. Os dois modelos diferem em pouco mais do que o ecrã, de 10,1 ou de 7 polegadas,

e a impressora térmica integrada, que só o TWA400 oferece. A medição é a mesma nos dois. O ecrã tátil da tampa comanda todo o ensaio, e ao lado fica a porta para a pen USB. No painel: os terminais H para os cabos de alta tensão, os terminais X para os de baixa, o borne de terra, a lâmpada de descarga e a paragem de emergência. Com o equipamento vêm os cabos de rede e de terra, o cabo de controlo do comutador de 5 metros, os cabos USB e Ethernet e o software de PC.

Os conjuntos de cabos H e X são os mesmos dos medidores de relação TRT, por isso ambos podem partilhar uma ligação. Antes de ligar qualquer cabo: o transformador isolado da linha e da carga, uma extremidade do enrolamento à terra e o equipamento à terra com o seu próprio cabo. Os cabos vão primeiro ao equipamento, e retiram-se ao contrário, com a terra em último. Num transformador trifásico liga-se tudo uma vez: a terra, 4 cabos H às travessias de alta tensão e 4 cabos X ao lado de baixa.

A corrente percorre em conjunto os dois enrolamentos de cada coluna, o que satura mais depressa o núcleo e encurta o ensaio. Num autotransformador usam-se os mesmos 8 cabos, e os dois neutros, H0 e X0, vão à travessia do neutro comum. Quando só se ensaia o lado de baixa tensão, os cabos H são retirados. Um transformador monofásico leva dois cabos de cada conjunto: H1 e H0 no enrolamento de alta, X1 e X0 no de baixa. Os cabos que não se usam ficam desligados.

O cabo de controlo do comutador são dois contactos secos. O castanho é o comum; o amarelo fecha com ele para UP e o verde para DOWN, em paralelo com os comandos de subir e descer do acionamento. É assim que o equipamento muda as tomadas durante o ensaio automático. Mais dois canais transformam o ensaio de resistência num diagnóstico do comutador. A pinça de corrente vai na alimentação do motor do acionamento, e o acelerómetro no exterior da cuba do comutador, fixo com um íman, um parafuso ou cera. O arranque do motor também pode disparar o registo,

que é o método para comutadores do tipo reatância. No ensaio totalmente automático o equipamento faz todo o varrimento: mede uma tomada, decide pelo desvio quando a leitura está estável, regista-a, aciona o comando pelo cabo de controlo, regista a transição e segue. O tempo de manobra do motor e o critério de estabilidade são as regulações que importam. Num enrolamento YN as 3 fases podem ser registadas em conjunto: até 40 amperes no total, repartidos pelas fases e de volta pelo cabo do neutro.

Uma fase atrasada por um problema mecânico vê-se no gráfico. Este modo regista apenas gráficos. Cada mudança de tomada deixa uma queda breve na corrente de ensaio. Calcula-se a sua profundidade, a ondulação de transição, e a sua duração em cada mudança. Devem ser regulares de tomada para tomada; uma queda fora da linha, ou uma fase atrasada em relação às outras duas, é a que deve ser investigada.

Um ensaio em corrente contínua deixa o núcleo magnetizado, e a retirada de serviço de um transformador também pode deixar. O equipamento elimina a remanência invertendo uma corrente controlada em patamares decrescentes até 0, em 3 fases ou numa. Os resultados ficam na memória do equipamento ou saem numa pen USB. O software de PC é opcional: prepara ensaios, lê o tempo de transição e a ondulação de cada mudança de tomada, compara um ensaio com outro anterior e gera o relatório.

Ensaio de transformadores, da Amperis.

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