Vídeo: TWA Estándar
Série TWA Standard: medidor de resistência de enrolamentos para transformadores de potência, de 0,1 µΩ a 10 kΩ e até 25 A de corrente contínua. O que mede, como se liga a cada tipo de transformador e como se faz um ensaio, da primeira pinça à última.
Vídeo gerado por IA. A informação deve ser validada por um engenheiro da Amperis.
Ver a ficha do produto: TWA Estándar: resistência de enrolamentos
Transcrição do vídeo
O que mede a Série TWA Standard, como se liga a cada tipo de transformador e como se faz um ensaio, da primeira pinça à última. A resistência de enrolamentos encontra ligações soltas, condutores partidos e contactos gastos do comutador. A dificuldade é a indutância: um transformador de potência opõe-se a qualquer variação de corrente, e uma leitura pode demorar minutos a estabilizar, em 6 enrolamentos e dezenas de tomadas. A gama vai de uma 10ª de micro-ohm a 10 quilo-ohms, com seleção automática. A corrente de ensaio vai de 5 miliamperes a 25 amperes de corrente contínua
verdadeira, sem ondulação, com até 55 volts disponíveis para saturar o núcleo rapidamente. Há dois modelos. Partilham a gama, a corrente e a desmagnetização. O TWA40D acrescenta o que um ensaio completo do comutador exige: as 3 fases em simultâneo, um canal para a corrente do motor e uma amostragem a cada 10ª de milissegundo em vez de a cada 4. À direita, os 4 terminais H do lado de alta tensão e os 4 terminais X do lado de baixa. À esquerda, o borne de terra, a tomada de controlo
do comutador e a entrada de corrente do motor. E a lâmpada que é preciso conhecer: descarga. Enquanto estiver acesa, nada se desliga do transformador. Com o equipamento vêm os cabos de rede e de terra, um cabo de controlo do comutador de 5 metros, o cabo USB e o software de PC. Os cabos de medida são dois conjuntos de 4, H e X, de 10 metros de série com pinças TTA, e os mesmos conjuntos servem nos medidores de relação TRT. A ordem faz parte da segurança.
O transformador está isolado da linha e da carga, com uma extremidade do enrolamento à terra. O equipamento liga-se à terra primeiro, com o seu próprio cabo. Os cabos vão ao equipamento e depois ao transformador, e retiram-se ao contrário, com a terra em último. Um transformador trifásico liga-se uma só vez. Primeiro a terra. Depois os 4 cabos H às travessias de alta tensão e os 4 cabos X às de baixa. A corrente percorre em conjunto os dois enrolamentos de cada coluna,
o núcleo satura mais cedo, e as 6 resistências saem desta única ligação. Um autotransformador usa os mesmos 8 cabos, com uma diferença: H0 e X0 vão ambos à travessia do neutro comum. E quando se ensaia só o lado de baixa tensão, os cabos H desligam-se. Um transformador monofásico só precisa de dois cabos de cada conjunto: H1 e H0 no enrolamento de alta, X1 e X0 no de baixa. Num autotransformador monofásico, H0 e X0 partilham o mesmo terminal. A montagem completa para um ensaio do comutador.
A terra, os cabos H e X, a sonda de temperatura na cuba para corrigir o resultado à temperatura de referência, a pinça de corrente na alimentação do motor do comutador, no TWA40D, e o cabo de controlo ao comando do motor, para que o equipamento mude as tomadas sozinho. O cabo de controlo são simplesmente dois contactos secos. O castanho é o comum. Premir UP fecha o amarelo com o castanho, premir DOWN fecha o verde com o castanho, em paralelo com os comandos de subir e descer do acionamento. Assim um só operador muda as tomadas a partir
do equipamento, sem ir ao armário de comando. No equipamento, o ensaio prepara-se no menu Test: a corrente, se há comutador de tomadas, o tipo de ensaio e o lado. Depois o grupo de ligação, porque cada configuração tem o seu próprio algoritmo de estabilização rápida. Prime-se START, vê-se o desvio descer para zero e regista-se. O equipamento passa sozinho à fase seguinte. Em modo OLTC a corrente continua a circular enquanto o comutador atua,
e cada mudança deixa uma queda breve. Mede-se a sua profundidade, a ondulação de transição, e a sua duração em cada tomada. A queda que sai da linha é a que deve ser investigada. O TWA40D regista as 3 fases em simultâneo, com a corrente do motor. Um ensaio em corrente contínua deixa o núcleo magnetizado, o que significa corrente de ligação ao energizar, leituras erradas e disparos indevidos. Por isso a desmagnetização fica para o fim.
O equipamento inverte uma corrente controlada, cada patamar a 60 % do anterior, até 5 miliamperes. Os resultados ficam no equipamento, até 500, ou saem numa pen USB. O software de PC, por USB, controla o ensaio, descarrega a memória, corrige a resistência à temperatura de referência e gera o relatório. O ensaio de resistência dinâmica e o modo quick YN fazem-se a partir dele. Ensaio de transformadores, da Amperis.