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Vídeo: VIPO-85

Duração: 5:35 ·

VIPO-85: testador de interruptores em vácuo até 85 kV CC, que verifica o vácuo pela corrente de fuga e dá um veredicto PASSA ou FALHA. O princípio, a ligação, o ensaio e o que significa o resultado.

Vídeo gerado por IA. A informação deve ser validada por um engenheiro da Amperis.

Ver a ficha do produto: VIPO-85: verificador de vácuo 85 kV

Transcrição do vídeo

Como o VIPO-85 verifica o vácuo de uma ampola: o princípio, a ligação, o ensaio e o que significa o resultado. Uma ampola que perdeu o vácuo parece exatamente igual a uma boa. Por fora não se nota nada, mas já não consegue eliminar um defeito. É por isso que a sua integridade é verificada na colocação em serviço e em cada manutenção, antes de o disjuntor voltar ao serviço. Com os contactos abertos e alta tensão entre eles, a ampola comporta-se como um tubo de iões, o mesmo princípio de um vacuómetro Penning ou de magnetrão.

O gás que fica no interior ioniza-se, e quanto mais gás houver, mais iões e mais corrente. Com bom vácuo circulam apenas alguns microamperes. Quando a pressão sobe, a corrente aumenta até ultrapassar o limite, e por fim dá-se uma descarga entre os contactos. O VIPO-85 aplica essa ideia diretamente. Aplica-se entre os contactos abertos uma tensão contínua regulada até 85 quilovolts, mede-se a corrente de fuga e compara-se com o limite definido.

A resposta é um PASSA ou FALHA claro, segundo os métodos de ensaio em corrente contínua da ANSI e do IEEE. De um a 85 quilovolts em passos de um quilovolt, com 0,3 miliamperes contínuos à tensão máxima. Limites de 100, 200 ou 300 microamperes, uma resolução de um microampere e 9,4 quilos para o sistema completo. Está tudo num único painel. A lâmpada vermelha acende-se sempre que há alta tensão. O botão de ligar e de ensaio, o ecrã tátil, a impressora e a porta USB.

À esquerda, os cabos de saída e de retorno de alta tensão, e por baixo o cabo de terra, que é sempre a primeira ligação. O equipamento trabalha a partir da própria mala, e os cabos ficam ligados de um trabalho para o outro, por isso não há nada a montar. Está pronto dois segundos depois de ligado, funciona com 100 a 240 volts, ou com uma bateria de iões de lítio substituível na versão VIPO-85 B. A ordem não muda. O disjuntor é desligado da rede e aberto. Primeiro liga-se o VIPO-85 à terra.

Depois o cabo de retorno a um lado da ampola, e o cabo de alta tensão ao outro, totalmente estendido. A alimentação fica para o fim. Esta é a ligação. O cabo verde e amarelo à terra da subestação. O cabo azul de retorno ao terminal inferior da ampola aberta. O cabo de alta tensão, o cinzento com a pinça vermelha, ao terminal superior, totalmente estendido e afastado de qualquer parte ligada à terra. Depois, o cabo de rede.

No ecrã tátil escolhe-se o ensaio de ampolas de vácuo. Define-se a tensão de ensaio em passos de um quilovolt, com o valor indicado pelo fabricante do disjuntor ou pela norma aplicável. Escolhe-se o limite de passa ou falha, e uma duração de dois segundos a dois minutos. Prime-se e mantém-se o botão de ensaio. A tensão sobe até ao valor definido, a lâmpada vermelha e o aviso sonoro indicam que há tensão, e a corrente de fuga é medida durante o tempo definido.

Aparece o veredicto, e a tensão é retirada e descarregada em menos de 3 segundos. Ler o resultado é simples. Uma fuga abaixo do limite é um passa: o vácuo mantém-se. Uma fuga acima do limite é um falha. Uma descarga interrompe o ensaio, porque o intervalo não aguenta a tensão. Em qualquer dos casos, a ampola não volta ao serviço. O mesmo equipamento é também um hipot de corrente contínua compacto. No modo HiPot mostra quilovolts, microamperes e teraohms, mantém 85 quilovolts com 300 microamperes em contínuo, e para num limite ajustável de 25 a 300 microamperes.

Cada ensaio é guardado com a data e a hora, até 200, e pode ser impresso no local na impressora térmica integrada. Os resultados são transferidos por pen USB, tal como se atualiza o firmware. Os números principais: precisão de saída de 1,5 % com ondulação inferior a dois por 100, precisão de corrente de dois por 100 do fundo de escala, funcionamento de zero a 50 graus, e humidade de 5 a 95 % sem condensação. Utiliza-se onde quer que se coloquem em

serviço ou se mantenham disjuntores de vácuo: celas de média tensão no terreno, manutenção periódica e ensaios de receção em oficina, com o registo impresso como evidência. Ensaio de disjuntores, da Amperis.

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