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Vídeo: BDC

Duração: 5:46 ·

BDC: descarregador de baterias a corrente constante para ensaios de capacidade, de 48 a 600 V, para chumbo-ácido, níquel-cádmio e lítio. O que um ensaio de capacidade revela sobre uma bateria, e como o BDC o realiza, desde a primeira ligação até ao relatório final.

Vídeo gerado por IA. A informação deve ser validada por um engenheiro da Amperis.

Ver a ficha do produto: Descarregador de baterias Amperis BDC

Transcrição do vídeo

O que um ensaio de capacidade revela sobre uma bateria, e como o BDC o realiza, desde a primeira ligação até ao relatório final. Uma bateria em flutuação pode mostrar a tensão certa durante anos e, mesmo assim, não aguentar a carga no dia em que falha a rede. A capacidade real só se vê em carga. Por isso descarrega-se a uma corrente conhecida e constante, e mede-se quanto tempo aguenta. O BDC mantém constante a corrente de descarga com um regulador IGBT de alta

frequência, desde zero até ao máximo do modelo, enquanto vigia a tensão da bateria. Qualquer química: chumbo-ácido, níquel-cádmio ou lítio. A gama tem 7 modelos, desde 48 volts com 200 amperes até 600 volts com 15 amperes, todos no mesmo armário sobre rodas. Escolhe-se pela tensão nominal da bateria. Por fora há pouco: o painel de comando, o interruptor geral, os dois cabos de bateria, marcados positivo e negativo, e o cabo de alimentação.

Pega e rodas reforçadas, porque é o descarregador que vai até à bateria, e não o contrário. O visor mostra tensão, corrente, tempo decorrido e os amperes-hora descarregados. Cima e baixo percorrem as páginas, enter seleciona, e 4 LED indicam se está a descarregar, se terminou, se foi parado à mão ou se há uma avaria. Transforma a energia da bateria em calor, por isso precisa de espaço: 80 centímetros nos lados, 45 à frente e atrás. Um local seco, um pavimento incombustível e uma

alimentação que corresponda à chapa de características. Com o descarregador desligado, liga-se primeiro o armário à terra. Depois a bateria: o cabo positivo ao borne positivo e o negativo ao negativo. A ficha de alimentação é a última. Só então se liga: o equipamento autoverifica-se e reconhece a bateria. Dois valores definem o ensaio. A corrente: o manual recomenda um 5º da capacidade em 5 horas, pelo que uma bateria de 100 amperes-hora se descarrega a 20 amperes.

E a tensão final: 10,2 volts para um monobloco de 12 volts, 40,8 para uma bateria de 48 volts. Programar um ensaio demora menos de dois minutos. Mantém-se enter premido para alterar um valor, ajusta-se com as setas e mantém-se enter outra vez para confirmar: corrente, tensão final, capacidade e tempo máximo. Depois, cima e baixo em simultâneo, e o ensaio começa. Uma vez iniciado, a corrente fica onde foi fixada e a tensão da bateria desce:

devagar no início, mais depressa perto do fim. Ao chegar à tensão final, o descarregador para sozinho. Os amperes-hora fornecidos até esse momento são a capacidade real da bateria. Uma bateria com a tensão errada é recusada, a polaridade invertida deixa o equipamento em espera segura, e uma sonda opcional para o ensaio se a bateria aquecer. Para desligar durante um ensaio, mantém-se primeiro cima durante 5 segundos. Nunca se retiram os cabos em carga. Os resultados não precisam de um PC.

O equipamento guarda os últimos 150 ensaios: tensões, data e hora, amperes-hora, duração, e um código que diz porque terminou cada um. O registador guarda a curva completa. No fim do ensaio, desliga-se o equipamento e a bateria; depois liga-se o PC e descarregam-se os dados. Deve fazer-se antes do ensaio seguinte: uma nova descarga apaga o registador.

No software, o ensaio transforma-se em curvas de tensão, corrente, potência, capacidade e energia, e num relatório com o resultado final, pronto a imprimir, guardar ou exportar para uma folha de cálculo. Quando uma unidade não chega, colocam-se várias na mesma bateria. Cada uma trabalha de forma independente, com o seu próprio par de cabos. Depois, o software junta os ficheiros num único relatório: correntes, capacidade e energia somam-se, e as tensões fazem média. Não há limite superior.

E as regras que importam junto às baterias: só pessoal qualificado, o equipamento desligado antes de fazer ou desfazer qualquer ligação, uma sala ventilada sem faíscas nem chamas, proteção dos olhos, e nada de anéis nem ferramentas metálicas perto dos bornes. Foi concebido para as baterias estacionárias de subestações e centrais, para ensaios de receção e periódicos segundo I triplo E 450, I triplo E 1188 e IEC 60896, e para oficinas e fabricantes de baterias. Manutenção de baterias, da Amperis.

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