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Vídeo: CoroCAM 8HD

Duração: 6:07 ·

CoroCAM 8HD: uma só câmara que vê ao mesmo tempo o efeito corona, o calor e o pormenor visível, em pleno dia. Porque é que isso importa, como funciona e como se inspeciona com ela.

Vídeo gerado por IA. A informação deve ser validada por um engenheiro da Amperis.

Ver a ficha do produto: CoroCAM 8HD

Transcrição do vídeo

Uma câmara que vê ao mesmo tempo o efeito corona, o calor e o pormenor. Porque é que isso importa, como funciona e como se inspeciona com ela. Uma descarga num equipamento de alta tensão é um sintoma: uma peça danificada, uma superfície contaminada ou um mau projeto. Desperdiça energia e desgasta o que a rodeia. Uma ligação quente é outra avaria e, até agora, exigia outra câmara e outra visita. O canal de corona funciona em pleno dia por uma razão simples. O ozono absorve a luz solar abaixo de cerca de 280 nanómetros,

pelo que ao nível do solo essa banda está às escuras. A descarga continua a emitir aí, e a câmara só olha para aí. A luz ultravioleta e a visível entram por uma única janela de quartzo. O ultravioleta atravessa o filtro cego ao sol, e um intensificador de imagem amplifica o que resta. A câmara térmica tem a sua própria lente. Os 3 canais ficam alinhados num só ecrã. Em números: uma sensibilidade ultravioleta de 2,05 vezes 10 elevado a menos

18 watts por centímetro quadrado, 3 picocoulombs a 20 metros. Térmica de 640 por 512. E zoom ótico de 30 vezes em alta definição. Porquê as 2? 1 descarga na ferragem de um isolador, sem dano visível, é algo a vigiar. A mesma descarga com um ponto quente mais acima no corpo indica condução interna, que falha muito mais cedo. Só os dois canais juntos as distinguem. A janela grande recebe o ultravioleta e o visível; a de baixo é a lente térmica.

Entre elas, a lanterna e o apontador laser. O ecrã abre-se por cima, a pega roda e a placa de base serve de fixação de tripé e de dissipador. Por trás: o ecrã e o visor mostram a mesma imagem, para trabalhar em pleno sol. A tecla de ligar está ao centro, o autocolante lista todas as teclas e o teclado principal fica debaixo do polegar. Os conectores estão atrás de duas tampas de borracha: alimentação, Ethernet, cartão micro SD e porta série numa;

HDMI, USB, vídeo e auscultadores na outra. A Ethernet permite comandar a câmara pela rede. Carregue as baterias pelo menos 10 horas antes da primeira utilização. Bateria dentro, com os orifícios dos contactos para o interior, e depois o cartão micro SD. Mantenha a tecla de ligar premida um segundo. Pode usar-se ao fim de 6 segundos e grava quando termina a contagem decrescente. Quase todo o trabalho dispensa o menu.

Mais e menos fazem zoom, cima e baixo focam, esquerda e direita ajustam o ganho ultravioleta. Um toque curto em gravar tira uma fotografia, um toque longo grava vídeo e, com ALT antes, guarda um ficheiro radiométrico. O ganho define quanto amplifica o intensificador. Se for pouco, a descarga não aparece, e um aviso de sem UV alerta para isso. Se for muito, o ruído sobe. A contagem no canto é a intensidade ultravioleta na área de amostragem, e cai com o quadrado da distância.

Para descargas fracas ou cenas com ruído: a integração longa soma imagens, a redução de ruído calcula a média e o limiar esconde o que é mais ténue. A opacidade deixa a mancha sólida para procurar, ou transparente para ver a ferragem por trás. O canal térmico mede. Defina a gama ou deixe-a automática, escolha uma paleta, ajuste a emissividade com a tabela integrada e a temperatura refletida, e use uma isotérmica para colorir só o que interessa.

Cada ficheiro sai com o seu contexto: fotografias, vídeo e ficheiros radiométricos, com os ajustes, a posição GPS e os dados meteorológicos introduzidos. Um número de série de 3 algarismos agrupa os ficheiros de uma avaria, e o software de relatórios ordena-os por ele. Uma inspeção segue sempre esta ordem. Procurar com a mancha sólida. Confirmar uma que volta sempre ao mesmo sítio. Fazer zoom ótico, porque o digital retira a sobreposição. Ver a imagem térmica.

Deixar a mancha transparente para ver a causa. E gravar. A prioridade vem do dano, não da contagem. Se a descarga não pode danificar nada, não se atua. Se pode, mas ainda não há dano, vigia-se. Se há dano, repara-se na próxima paragem, ou programa-se um corte se não puder esperar. Segurança e cuidados. O laser é de classe 3 R: nunca para pessoas nem aeronaves. Nunca aponte a câmara ao sol.

O corpo é estanque, por isso em sessões longas use a alimentação de rede. Mantenha a janela limpa e atualize o firmware a partir do cartão SD. Inspeção de efeito corona, da Amperis.

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