Vídeo: IR-DLD-TS – Produto
IR-DLD-TS: câmara fixa de duplo espetro, com imagem térmica radiométrica de 640 × 512 para medir e visível Full HD para reconhecer. O que vigia, como mede e dá alarme, também no escuro, e como se integra no sistema de controlo como câmara IP e sensor ao mesmo tempo.
Vídeo gerado por IA. A informação deve ser validada por um engenheiro da Amperis.
Ver a ficha do produto: Câmara térmica de espetro duplo DLD-TS
Transcrição do vídeo
Uma câmara fixa com duas imagens, a térmica para medir, a visível para reconhecer. O que vigia, como mede e dá alarme, e como se integra no sistema de controlo. Uma imagem térmica diz que algo está quente. Sozinha, raramente diz que equipamento é, e quem vai repará-lo precisa dessa resposta. E de noite, uma câmara normal não vê nada. Esta câmara põe as duas imagens lado a lado, de dia e de noite, sem ninguém no local.
Num só invólucro, um detector térmico de até 640 × 512, uma câmara visível de 1920 × 1080, uma luz de infravermelho próximo que chega aos 30 metros, e uma precisão de 2 graus, ou 2% da leitura. Na frente, a lente térmica, a câmara visível ao lado, e por baixo a lâmpada que funciona como iluminação infravermelha e como luz de aviso. Uma pala protege a parte de cima, e o suporte permite inclinar a cabeça de 0 a 90 graus.
três resoluções térmicas. 640 × 512 e 384 × 288, com uma sensibilidade de 4 centésimas de grau, e 256 × 192, com 5 centésimas. Cada uma vem com duas lentes, uma grande angular de cerca de 50 graus, e outra mais estreita para alvos mais distantes. Os dois canais podem mostrar-se em imagem sobre imagem, ou fundidos numa só imagem, com a distância de fusão ajustada à cena. As temperaturas também se podem sobrepor à imagem visível.
A imagem visível diz qual disjuntor, qual terminal. A térmica diz a que temperatura. A medição é feita em tempo real em até 10 pontos móveis, 10 áreas e 3 linhas, cada um com o seu máximo, mínimo e média, e as áreas podem desenhar -se com contornos irregulares para seguir a forma de um componente. Duas gamas cobrem de menos 20 a 180 graus, e até 650. Um bom valor precisa de três definições. A emissividade, de 0,01 a 1, diz à câmara quanto a superfície irradia realmente.
A correção de distância compensa o ar pelo meio. E a correção linear afina a leitura face a uma referência. O detetor corrige-se sozinho ao ligar, e de novo a intervalos durante o funcionamento. canal térmico não precisa de luz, forma a imagem na escuridão total e através da névoa. O canal visível conta com a ajuda da iluminação de infravermelho próximo, que o mantém útil até 30 metros, para que a câmara continue
a mostrar o que está a ver quando o local está às escuras. Os alarmes disparam por regras de temperatura alta ou baixa, pela entrada física, ou por análise de imagem como a detecção de movimento. No local, a câmara pode acionar a luz de aviso e o sinal sonoro e a sua saída de alarme. A montante, as leituras e o alarme chegam ao sistema de controlo. Na integração, comporta-se ao mesmo tempo como uma câmara IP e como um sensor. As temperaturas vão para autómatos e sistemas secada por Modbus,
RTU na porta, RS-485 ou TCP na rede. O vídeo vai para as plataformas de gestão por ONVIF, RTSP ou GB28181. E um só cabo PoE leva a alimentação e os dados. Está construída para serviço permanente no exterior, um invólucro de alumínio estanque segundo IP66, com proteção contra descargas atmosféricas e sobretensões, a funcionar de menos 20 a 50 graus. Pesa menos de 1 kg e consome no máximo 5 watts.
Locais típicos, equipamento de subestação e aparelhagem vigiados em permanência, perímetros e processos onde a imagem visível confirma o que se passa, e armazéns e instalações exteriores onde uma subida precoce da temperatura é o primeiro sinal de um incêndio. Ao lado da IR DLD-T, que é só térmica, esta câmara acrescenta o canal visível, a iluminação noturna, a fusão e a imagem sobre imagem, e a luz de aviso e o sinal sonoro. Monitorização térmica da Amperis.
