Vídeo: PDRM-1A
PDRM-1A: micro-ohmímetro de 1 A que mede de 1 µΩ a 200 Ω pelo método de quatro fios. Como se ligam os seus quatro cabos e quando um equipamento de 1 A é a escolha certa: malhas de terra, soldaduras exotérmicas e contactos.
Vídeo gerado por IA. A informação deve ser validada por um engenheiro da Amperis.
Ver a ficha do produto: Ohmímetro PDRM-1A
Transcrição do vídeo
Como o PDRM-1A mede resistências baixas com um ampere, como se ligam os seus 4 cabos e quando um equipamento de um ampere é a escolha certa. Uma malha de terra tem centenas de ligações, e cada uma pode corroer-se ou soltar-se debaixo do chão. Medidas uma a uma a 4 fios, e comparadas com uma sã, as junções fracas destacam-se antes que uma corrente de defeito as encontre. Mede de um micro-ohm a 200 ohms, com resolução de um micro-ohm em 4 dígitos E3 4ᵒˢ, e uma exatidão de 0,1 % da leitura.
Escolhe a escala sozinho, em 860 gramas. Seis escalas, escolhidas automaticamente. As duas mais baixas, 2 e 20 miliohms, usam o ampere completo. Depois 100 miliamperes até dois ohms, e 5 miliamperes para 20 e 200 ohms. Em cima, 5 bornes: amarelo e verde para a corrente, vermelho e preto para a tensão, azul para um disparo externo. Na frente, ligar, GO para uma nova leitura, MODE e a retroiluminação, com um ecrã que se lê no escuro.
Dois cabos injetam a corrente nas extremidades da junção, e outros dois leem a queda de tensão no troço ensaiado. A resistência dos cabos e dos contactos fica fora da leitura, e as entradas filtradas mantêm-na estável junto a barramentos em tensão. Cada cabo vai no borne da sua cor. O amarelo e o verde prendem-se nas duas extremidades do objeto: levam a corrente pulsada. O vermelho e o preto ficam entre eles. A leitura começa sozinha.
Com as sondas de duas mãos, cada sonda tem uma ponta de corrente e uma de tensão. As 4 pontas de mola têm de morder, e os pontos pretos das sondas têm de ficar virados um para o outro: assim as pontas de tensão ficam por dentro. Sem mexer até acabar a leitura. As pinças Kelvin levam os dois cabos na mesma maxila. Aperte-as com firmeza e rode-as ligeiramente para romper o óxido. A resistência mede-se entre as superfícies interiores das maxilas.
MODE percorre normal, relativo, relativo em percentagem, modo motor para enrolamentos pequenos, e OK ou X face a uma referência. Mantido premido, abre as definições: frequência da rede, idioma e contraste. O modo relativo é o método para uma série de ligações à terra. Meça uma que se saiba boa, prima MODE, e cada nova junção mostra o seu desvio em relação a ela. É o desvio, e não o valor absoluto, que aponta as junções a abrir.
As soldaduras exotérmicas das malhas das subestações verificam-se sem as cortar, com uma sonda de 4 pontas de mola fixas. Limpe a soldadura, pressione até as 4 entrarem e compare cada 1 com 1 soldadura sã. É fornecido com pinças Kelvin, as pilhas, o manual e um certificado de calibração. Como opção: sondas de duas mãos com pontas de mola, pinças Kelvin de 35 e 19 milímetros, a sonda de soldaduras, um acessório para cotovelos de cabo, uma resistência de referência e uma bolsa ou uma mala rígida.
Seis pilhas AA recarregáveis dão mais de 4000 leituras a um ampere e mais de 10000 com as correntes menores. A luz do ecrã desliga-se aos 30 segundos e o equipamento aos dois minutos. BAD CONNECTION indica um contacto a verificar. Face ao PDRM-10A de 10 amperes, o PDRM-1A trabalha com um 10º da corrente e uma resolução de um micro-ohm. Chega para malhas de terra, soldaduras e ligações, e a corrente baixa convém a pontos de contacto pequenos.
Quatro regras. Meça só em equipamentos sem tensão e trate qualquer borne como estando em tensão. O equipamento e os seus adaptadores não são isolantes. Nada de gases inflamáveis nem zonas explosivas. E só as baterias e o carregador aprovados. Usa-se para verificar ligações à terra e barramentos de potência face a uma referência, junções soldadas e ligações mecânicas, contactos de disjuntores e fusíveis de potência, peças fundidas e elétrodos, e soldaduras exotérmicas.
Medição de baixa resistência, da Amperis.