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Vídeo: Shark 200 – Guia técnico

Duração: 6:35 ·

Guia técnico do Shark 200: instalação, ligações e colocação em serviço. A montagem, a ligação de correntes e tensões em redes em estrela, a alimentação, o RS485 e uma carta de saídas analógicas, e os parâmetros que tornam as leituras corretas.

Vídeo gerado por IA. A informação deve ser validada por um engenheiro da Amperis.

Ver a ficha do produto: Analisador de redes elétricas SHARK 200

Transcrição do vídeo

Como se instala o Shark 200 no painel: montagem, ligação de correntes e tensões em redes em estrela, alimentação, RS-485 e 1 carta de saídas analógicas, e os parâmetros que tornam as leituras corretas. Os circuitos de TI e de TT podem ter tensões e correntes mortais, por isso só pessoal qualificado o instala, com luvas, óculos e vestuário de proteção. O aparelho é apenas proteção secundária, nunca primária. E nada de ensaios dielétricos nas entradas, saídas ou terminais de comunicação. Num furo ANSI, 4 varões roscados vão na traseira,

depois a junta, e uma anilha e uma porca em cada varão. Em DIN, retiram-se os pernos e encaixam-se dois suportes nas ranhuras, com um parafuso número 8 cada um. Sem apertar demasiado: 0,4 newton metro no máximo. Atrás: as entradas de corrente, com os terminais altos em cima e os baixos em baixo. A régua leva a terra e a alimentação, depois V ref e as 3 entradas de tensão. Ao centro, as duas ranhuras de cartas, e à direita, o conector RS-485 e KYZ. Os cabos dos TI podem ligar-se aos pernos com terminal

de olhal ou de forquilha, a um newton metro no máximo. Ou retiram-se os pernos e o cabo passa diretamente, até 4,5 milímetros. Ou com terminais de ligação rápida. Em todos os casos, respeitando a polaridade do TI. Cabos de tensão de 0,13 a 3,31 milímetros quadrados, cada 1 com 1 fusível de 0,1 ampere. A alimentação passa por um fusível lento de 3 amperes, e o terminal de terra vai diretamente à terra de proteção, com 2,5 milímetros quadrados.

O caso mais comum: uma estrela trifásica de 4 fios com tensão direta E3 TI. Primeiro a terra. Depois cada TI, através do bloco de curto-circuito: o lado de polaridade a HI e o retorno a LO. A seguir as 3 tensões de fase com os seus fusíveis, o neutro a V ref, e a alimentação no fim. Onde não há tensão da fase B disponível, a estrela de dois elementos e meio mede-a sem esse cabo. Os 3 TI ligam-se como antes.

Só entram as fases A e C e o neutro, e na régua V b é ligada em ponte a V ref. Cada tipo de rede tem o seu parâmetro no aparelho, e tem de coincidir com as ligações, ou todas as leituras ficam erradas. Com TT as ligações são as mesmas, mas as tensões vêm dos secundários dos TT. Num triângulo de 3 fios bastam dois TI: os retornos passam pela entrada B. No painel frontal: MENU, seta para baixo até CFG e ENTER. Ajusta-se o numerador e a escala do TI, o numerador,

o denominador e a escala do TT, e a ligação. Depois o endereço, a velocidade e o protocolo. MENU duas vezes, guardar tudo, e o aparelho reinicia. Se pedir palavra-passe, está no manual: altere-a. As relações introduzem-se como numerador e escala. 2000 para 5 amperes é simplesmente 2000. 10000 para 5 é 1000, escala 10. 14400 para 120 volts é 1440, sobre 120, escala 10.

ORS4 8 5 é 1 barramento de dois fios, semiduplex. Do conversor ao primeiro aparelho: mais com mais, menos com menos, e a blindagem. Depois de aparelho em aparelho, em cadeia, nunca em estrela. Cada aparelho precisa do seu próprio endereço antes de fechar o barramento. Use par entrançado blindado, com a blindagem à terra num ponto. Não mais de dois cabos no mesmo terminal, e as linhas longas podem precisar de resistências de terminação nas duas pontas.

Se os parâmetros se perderem, nos primeiros 10 segundos após o arranque o aparelho responde sempre no endereço um, a 57600 bauds, em Modbus RTU. As cartas montam-se com o aparelho desligado. Desligam-se os terminais de tensão e de alimentação, retira-se a tampa da ranhura e a carta desliza pela guia até fazer clique. Carta um, carta dois, depois as réguas e a ficha RS-485, por esta ordem. A carta de 4 a 20 miliamperes é alimentada pelo anel a partir do exterior. A fonte do anel alimenta cada carga, por exemplo uma entrada de uma RTU,

cada carga volta ao seu canal de saída, e o comum regressa ao negativo da fonte. Até 850 ohms a 24 volts. Com o software de PC, ligue através do conversor RS-485 e abra o perfil do aparelho. Verifique as relações de TI e TT e a ligação, e depois as portas. Acerte o relógio, que vem na hora da costa leste dos Estados Unidos, dê um nome ao aparelho e envie o perfil. O aparelho reinicia com os novos parâmetros. Para verificar a instalação, a barra de carga mostra a corrente face à plena carga:

um segmento a partir de um por 100, 10 segmentos a 120 %, e todos a piscar acima disso. Para a precisão, o impulso de watts hora comanda um padrão de campo. Analisadores de redes, da Amperis.

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