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Vídeo: TRT – Guia de ligação

Duração: 4:19 ·

Medidor de relação de transformação TRT: acessórios e como se liga a transformadores trifásicos, monofásicos, desfasadores, de tensão capacitivos e de corrente.

Vídeo gerado por IA. A informação deve ser validada por um engenheiro da Amperis.

Ver a ficha do produto: Medidor de relação de transformação avançado

Transcrição do vídeo

O que vem na mala, para que serve cada cabo, e como se liga o TRT a cada tipo de transformador. Comecemos pelo que há na mala, porque duas destas coisas esquecem-se com facilidade e ambas fazem falta no primeiro trabalho. No painel, os dois blocos da direita são toda a medida. Quatro tomadas H para o enrolamento de alta e 4 X para o de baixa, com código de cor para que um cabo só possa razoavelmente ir a um sítio. E o resto do painel:

a alimentação, o borne de terra, o conector de comando do comutador, a porta USB e as de PC, e o botão de emergência. Os cabos vêm em dois conjuntos: um para o enrolamento H e outro para o X, 4 cabos cada, de 10 metros de série, terminados em pinças TTA. Há conjuntos de 5, 15 e 20 metros, e extensões além desses. Um transformador trifásico é o caso normal, e a graça do equipamento é que se liga uma só vez. Primeiro a terra.

Depois os 4 cabos H às buchas de alta, e os 4 cabos X ao lado de baixa. A partir daí ensaia-se qualquer grupo de ligação sem voltar a mexer na cablagem. Um transformador monofásico usa parte do mesmo conjunto: dois cabos H e dois cabos X. Não é preciso mais nada, e não se liga mais nada. O transformador desfasador é o que parece intimidante e não é. É um transformador série e outro de derivação na mesma cuba, e o equipamento liga-se aos dois conjuntos de buchas ao mesmo tempo, exatamente como em qualquer outro trifásico.

E um transformador de tensão capacitivo, que precisa de mais tensão do que o equipamento gera sozinho. OCVT 20 coloca-se entre ambos e sobe a tensão de ensaio até 5 quilovolts. A versão de mão liga-se da mesma forma, com pinças em vez de conectores, e é a que sobe ao poste. Aqui está sobre um transformador de distribuição trifásico. O transformador de intensidade é o caso que as pessoas erram, e merece ser dito devagar.

Um TI tem quase todas as espiras no secundário e só 1 ou 2 no primário. Por isso os cabos X vão ao primário, e os H ao secundário. E quando não há bornes de primário, que é o normal depois de instalado, os cabos X passam pelo núcleo e curto-circuitam-se entre si. Essa única passagem é o primário: uma espira. Mais uma ligação que convém conhecer, porque poupa uma segunda visita inteira. O medidor de relação e o ohmímetro de enrolamento partilham os mesmos cabos de ensaio, por isso ligam-se os dois ao transformador ao mesmo tempo e os

dois ensaios fazem-se um a seguir ao outro sem ninguém tocar numa pinça. A unidade de comando do comutador de tomadas vem incorporada, e é o que transforma um trabalho de duas pessoas num de uma só. O cabo de comando de 5 metros vai do painel ao comutador, e o equipamento aciona-o. E o ensaio em si, depois de tudo ligado. Introduz-se a chapa de características, escolhe-se o diagrama vetorial, lança-se, e lê-se o desvio em vez de fazer as contas à mão. No ecrã o percurso sai como um gráfico e não como uma coluna de números,

com a banda de tolerância desenhada. Uma tomada que saia da banda vê-se sem ler um único valor. Ensaio de transformadores, da Amperis.

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