Imagem de fugas de gás e medições

Esta secção reúne os equipamentos da Amperis para medições especiais que não cabem numa única família de ensaio elétrico: câmaras de imagem ótica de gás (OGI) que tornam visíveis as fugas de hidrocarbonetos e compostos orgânicos voláteis (COV), um sistema de medição de caudal para gases quentes e com muito pó, e um medidor de nível seletivo para as ligações por onda portadora das subestações. Destinam-se a instalações petroquímicas e de gás, centrais, indústria pesada e operadores de rede.

O que medem e como funcionam?

As câmaras OGI trabalham por termografia passiva na banda em que o gás procurado absorve: a câmara termográfica de deteção de fugas de gás TC721 usa a banda de 3,2-3,5 µm, com detetor arrefecido de 320 × 256 e NETD ≤ 0,015 °C, e mostra no ecrã a pluma de metano, propano, butano e dezenas de COV até 80 m. A câmara térmica de deteção de COV, com detetor MCT, combina a deteção de gás com a termografia convencional. O sistema McON Air mede o caudal por correlação, a partir do tempo de voo dos padrões criados pelas próprias partículas do gás, sem deriva nem recalibração. O ET91 reúne gerador, medidor de nível seletivo, ponte de medição e analisador de espetro de 100 Hz a 2400 kHz.

Como escolher o equipamento adequado

  • Gás a visualizar: para hidrocarbonetos e COV, câmaras em 3,2-3,5 µm; para o SF6 da aparelhagem, a TC706 e as câmaras de infravermelhos ou os detetores de fugas de SF6.
  • Zona de trabalho: em atmosferas potencialmente explosivas, exija certificação Ex; a TC721 é certificada Ex ic nC op IIC T4 Gc.
  • Condições do processo: com gases até 1000 °C e até 2500 g/m³ de pó, a correlação do McON Air mantém ±2 % numa gama de 25:1.
  • Comunicações da rede: para PLC, FDM e cabos de comunicação, o ET91 funciona com bateria cerca de 8 horas e mede de extremo a extremo em modo mestre-escravo.
  • Relatórios: considere o registo radiométrico, a memória de resultados e o software de protocolos.

Tem dúvidas sobre qual precisa? Não hesite em contactar-nos.

Aplicações

  • Programas de deteção e reparação de fugas (LDAR) em instalações de gás e petroquímicas
  • Inspeção de instalações energizadas sem interromper o serviço
  • Medição de caudal em chaminés, fornos e condutas de gases de combustão
  • Colocação em serviço e manutenção de ligações PLC e sistemas FDM

Normas aplicáveis

  • IEC 60079 — equipamentos para atmosferas explosivas (certificação Ex da TC721)
  • Regulamento (UE) 2024/1787 — redução das emissões de metano no setor da energia, com campanhas periódicas de deteção de fugas
  • IEC 62488-1 — sistemas de comunicação por onda portadora em redes de alta e média tensão

Perguntas frequentes

Uma câmara OGI de hidrocarbonetos serve para o SF6?

Não. Cada gás absorve numa banda diferente: o SF6 vê-se por volta de 10,6 µm e os hidrocarbonetos em 3,2-3,5 µm. Para o SF6 existem as câmaras da secção de termografia.

Porquê medir o caudal por correlação?

Porque é uma medição de tempo: não é afetada pelo pó nem pela temperatura, não precisa de fatores K nem de compensações e não deriva com os anos.

Que vantagem tem o modo mestre-escravo do ET91?

Dois equipamentos, um em cada extremo, medem automaticamente atenuação, ruído, impedância, perdas de retorno e diafonia de um cabo, comunicando pela própria linha.

Recursos técnicos

Complete estas medições com as câmaras de infravermelhos e de efeito corona e os detetores de fugas de SF6. Peça um orçamento.

Tem um ensaio para resolver? Fale com um engenheiro.

Diga-nos o ativo, a tensão e o ensaio de que precisa, e propomos o equipamento adequado.

+34 982 20 99 20 Seg–qui 09:00–14:00 · 15:30–19:00sex 08:00–14:00 Pedir orçamento