Para encontrar fugas de SF6 em disjuntores e celas GIS é preciso um detetor que delimite a zona pela concentração e localize depois o ponto exato, com uma sensibilidade verificada segundo uma norma reconhecida. O D-TEK Stratus fá-lo com um único equipamento de mão: o seu sensor de infravermelhos de série deteta SF6, amoníaco e os refrigerantes CFC, HCFC, HFC e HFO, o ecrã mostra a concentração em ppm e o máximo registado, e a sua sensibilidade, ensaiada segundo a EN 14624:2020, vai de 0,5 g/ano (R1234yf) a 5 g/ano (R290), com 1 g/ano para R134a. O sensor dura até 2000 horas e a bateria de lítio de 8 a 10 horas conforme o modo.
Dados principais do D-TEK Stratus
- Modos de trabalho: rastreio da nuvem de gás com leitura em ppm e máximo registado, para delimitar a zona de maior concentração, e localização precisa do escape; zero automático ou manual.
- Gases detetados: o sensor de refrigerantes de série deteta SF6, amoníaco, CFC, HCFC, HFC, HFO e misturas A2L; os sensores opcionais de CO2 (R744) e de refrigerantes inflamáveis (R290, R600a e R441a) trocam-se em segundos sem ferramentas.
- Sensibilidade (EN 14624:2020): R1234yf 0,5 g/ano, R134a 1 g/ano, CO2 2 g/ano, amoníaco 3 g/ano e R290 5 g/ano. O fabricante não publica um valor de sensibilidade específico para o SF6.
- Sensor: vida até 2000 horas, a mais longa da sua classe, e sensibilidade que não se degrada com o tempo.
- Autonomia: bateria de iões de lítio recarregável e substituível no terreno, cerca de 8 h em rastreio e cerca de 10 h em localização, com carga rápida e funcionamento durante a carga por USB-C.
- Manuseamento: 500 g e sonda flexível de 43 cm, com sonda extralonga de 69 cm opcional.
- Certificações e garantia: EN 14624:2020, A2L e CE; garantia de 2 anos. Não tem certificação ATEX.
Vantagens
Dois detetores num só
O modo de rastreio com leitura em ppm delimita a zona de maior concentração e o modo clássico de localização identifica o ponto exato: duas formas de trabalhar com o mesmo instrumento.
Sensor de infravermelhos de longa vida
O sensor infravermelho redesenhado dura até 2000 horas, substitui-se no terreno em segundos e a sua sensibilidade não se degrada com o tempo.
SF6 e dezenas de outros gases
O sensor de refrigerantes de série deteta SF6, amoníaco e os refrigerantes CFC, HCFC, HFC e HFO, incluindo as misturas A2L; com os sensores opcionais cobre também CO2 e refrigerantes inflamáveis.
Sensibilidade certificada
Ensaiado segundo a norma EN 14624:2020, com sensibilidades de 0,5 a 5 g/ano conforme o gás (1 g/ano para R134a) e certificação A2L e CE.
Autonomia para a jornada completa
A bateria de lítio recarregável rende 8 a 10 horas conforme o modo, troca-se no terreno e admite carga rápida; o equipamento funciona mesmo enquanto carrega por USB-C.
Aplicações
- Localização de fugas de SF6 em disjuntores, celas GIS e aparelhagem de subestação.
- Manutenção de climatização industrial e refrigeração, incluindo os refrigerantes A2L.
- Inspeção de instalações de amoníaco e de CO2 com os sensores correspondentes.
- Verificação periódica do próprio detetor com fugas de referência calibradas.
Acerca do produto
Com 500 g de peso e uma sonda flexível de 43 cm, o equipamento maneja-se com uma só mão; o ecrã LCD grande mostra a concentração, o máximo registado e o estado da bateria, e os modos de zero automático e manual adaptam a resposta ao ambiente. O kit entrega-se em mala rígida com o sensor de infravermelhos, a bateria de lítio, filtros de reserva, carregador de rede com cabo USB-C, sonda extralonga e auriculares.
O detetor não tem certificação ATEX, pelo que convém verificar os requisitos locais antes de trabalhar em zonas classificadas. Acessórios disponíveis: sensores de CO2 e de refrigerantes inflamáveis, sonda extralonga de 69 cm, extensão de agulha, fugas de referência calibradas, bateria adicional e base de carga.
Especificações técnicas
| Princípio | Sensor de infravermelhos intercambiável |
| Gases detetados | SF6, amoníaco, CFC, HCFC, HFC, HFO e misturas A2L; CO2 e inflamáveis com sensores opcionais |
| Sensibilidade (EN 14624) | 0,5 a 5 g/ano conforme o gás; R134a: 1 g/ano |
| Modos | Rastreio com leitura em ppm e localização; zero automático ou manual |
| Vida do sensor | Até 2000 horas |
| Bateria | Lítio recarregável; 8 a 10 h; USB-C, funciona enquanto carrega |
| Sonda e peso | 43 cm (extralonga de 69 cm opcional); 500 g |
| Certificações | EN 14624:2020; A2L; CE |
| Sensibilidade por gás (EN 14624:2020) | R1234yf: 0,5 g/ano; R134a: 1 g/ano; CO2: 2 g/ano; amoníaco: 3 g/ano; R290: 5 g/ano |
| Garantia | 2 anos |
| Atmosferas explosivas | Sem certificação ATEX |
Perguntas frequentes
Que sensibilidade tem o D-TEK Stratus para fugas pequenas?
Ensaiado segundo a EN 14624:2020, deteta 0,5 g/ano de R1234yf, 1 g/ano de R134a, 3 g/ano de amoníaco, 2 g/ano de CO2 e 5 g/ano de R290 (estes dois últimos com o respetivo sensor opcional). Para o SF6, que deteta com o sensor de série, o fabricante não publica um valor de sensibilidade específico.
Quanto dura a bateria e que garantia tem?
A bateria de iões de lítio do D-TEK Stratus rende cerca de 8 horas em modo de rastreio e cerca de 10 horas em modo de localização, substitui-se no terreno e o equipamento continua a funcionar enquanto carrega por USB-C. A garantia é de 2 anos.
Deteta o SF6 com o sensor de série?
Sim. O sensor de refrigerantes incluído deteta SF6, além de amoníaco e das famílias CFC, HCFC, HFC e HFO.
Para que serve a leitura em ppm?
Para rastrear a nuvem de gás: a concentração indicada orienta para a zona da fuga antes de passar ao modo de localização precisa.
De quanto em quanto tempo se troca o sensor?
O sensor de infravermelhos dura até 2000 horas de uso e substitui-se no terreno sem ferramentas.
Pode usar-se em atmosferas explosivas?
Não tem certificação ATEX; devem verificar-se os requisitos locais antes de trabalhar em zonas classificadas.
Como se comprova o bom funcionamento?
Com as fugas de referência calibradas disponíveis como acessório, que emitem um caudal conhecido de gás durante mais de dois anos.




