A aparelhagem isolada a gás encerra barramentos, disjuntores, seccionadores e transformadores de medida dentro de uma envolvente metálica ligada à terra e cheia de SF6 sob pressão. Graças à rigidez dielétrica do gás, as distâncias entre partes ativas reduzem-se drasticamente e uma subestação completa cabe numa décima parte do espaço que ocuparia ao ar livre.
Emprega-se onde o terreno é caro ou escasso — subestações urbanas, instalações industriais, instalações subterrâneas — e onde o ambiente é agressivo, porque ao estar tudo fechado a contaminação salina ou industrial não afeta o isolamento.
A sua manutenção tem particularidades: o interior não é acessível sem recuperar o gás, pelo que o diagnóstico se apoia em medições feitas por fora — descargas parciais por TEV ou por ultrassons, análise da qualidade do SF6, termografia das uniões de barramentos — e a densidade do gás é vigiada de forma permanente.