Vídeo: BVS – Guia técnico
Guia técnico do BVS: instalação, cablagem e configuração. Como se instala num banco de baterias, por que ordem se faz a cablagem, como se endereçam os módulos e como se prepara e verifica um ensaio de monitorização.
Vídeo gerado por IA. A informação deve ser validada por um engenheiro da Amperis.
Ver a ficha do produto: Série BVS de monitorização de baterias
Transcrição do vídeo
Como se instala o BVS num banco de baterias, por que ordem se faz a cablagem, como se endereçam os módulos e como se prepara e verifica um ensaio de monitorização. Um banco de baterias é perigoso mesmo sem nada ligado. Ferramentas isoladas, proteção dos olhos e da cara, luvas e avental antiácido, água para lavar e nada de joias. Nem chamas nem faíscas perto dos elementos, e a ventilação a funcionar. Para o terreno vão a unidade de controlo com os seus cabos e o software de PC, um módulo por elemento com os cabos de medição com fusível e um cabo de barramento
curto, um cabo mais longo até ao primeiro módulo e as sondas de temperatura. Os módulos de fiada e a pinça de corrente são opcionais. Na frente da unidade de controlo: as 3 lâmpadas de estado, a ranhura do cartão de memória e as 4 entradas de temperatura. Power está aceso sempre que a unidade está ligada. Status fica fixo em repouso e pisca durante um ensaio. Alarm pisca quando um elemento, ou toda a fiada, atinge o seu valor crítico.
Na traseira: a entrada de rede e o interruptor, a tomada do barramento que vai ao primeiro módulo, e a porta USB para o PC. A unidade aceita de 90 a 264 volts, e alimenta cada módulo do barramento a 66 volts. O módulo de elemento é pequeno e só tem o necessário: os dois terminais de medição, para 30 volts, um LED vermelho, o botão SET que serve para lhe dar o endereço, e duas tomadas do barramento, IN e OUT. Os cabos de medição não podem curto-circuitar um elemento: as fichas banana têm isolamento adicional,
e cada cabo tem um fusível na manga amarela, como pede a norma I triplo E 14 91. A ponta amarela vai à bateria. A regra: ligar primeiro ao módulo e depois à bateria; desligar primeiro a ponta da bateria. A instalação segue uma única sequência, com a unidade de controlo desligada e fora da tomada. Limpar o local no elemento e fixar o módulo. O cabo do barramento na tomada IN, e de OUT ao módulo seguinte.
Os cabos de medição ao módulo, e depois as pinças ao elemento. Repetir ao longo da fiada, e só então ligar a alimentação. Aqui estão os dois primeiros elementos. O cabo do barramento da unidade de controlo entra na tomada IN do módulo do elemento um. Da sua tomada OUT, um cabo curto para a IN do módulo seguinte, e assim ao longo da fiada. Depois cada módulo recebe os seus cabos de medição:
o preto ao negativo do seu elemento, o vermelho ao positivo. Ao longo de uma fiada o esquema simplesmente repete-se. O barramento vai de módulo em módulo, e cada módulo mede apenas o seu elemento. Até 128 módulos numa unidade de controlo. Se um módulo falhar, o barramento continua a chegar aos restantes. É por isto que a ordem do barramento importa. O potencial positivo do elemento um, o ponto A, segue pelo cabo do barramento até ao módulo dois.
O módulo dois tem o cabo negativo no ponto B, o negativo do elemento dois, e por isso mede a tensão na ponte entre A e B. Cada módulo mede a ponte antes do seu elemento. O elemento número um pode estar no negativo ou no positivo principal do banco. A cablagem não muda. O que muda é a ordem pela qual se endereçam os módulos, para que o módulo número um esteja sempre no elemento número um e cada resultado tenha o número de elemento certo. No software de PC: ligue por USB ou Bluetooth e deixe-o encontrar a unidade,
introduza os dados da bateria e o número de elementos, prima Reset e depois SET em cada módulo pela ordem dos elementos; o LED pisca uma vez. Escolha o intervalo de varrimento e a tensão nominal do elemento, e arranque. E o ensaio completo. O barramento vai da unidade de controlo ao longo de cada fila de elementos, uma sonda mede a temperatura do ar, e a unidade de descarga liga-se aos terminais da fiada. O PC comunica com a unidade de controlo por USB ou Bluetooth,
e a descarga e os dados dos elementos ficam registados lado a lado. Durante o ensaio, as regulações de varrimento podem ser alteradas sem parar: o intervalo, e se se regista a tensão de ligação ou a temperatura. Um módulo com falha de comunicação aparece a tracejado e é indicado nas mensagens de estado, e um elemento retirado da fiada pode ser tirado da monitorização. Se uma leitura parecer errada, verifique o módulo com uma fonte estável e um voltímetro de referência. Com 12 volts, por exemplo, deve ler entre 11,958 e 12,042.
O canal de milivolts verifica-se com um segundo módulo à frente do primeiro. A manutenção tem sobretudo a ver com a bateria. Mantenha os módulos sem eletrólito, retire-os antes de repor água ou de abrir pontes, volte a montar todas as pontes antes de os reinstalar, e nunca desligue um cabo do barramento com o sistema em funcionamento. Manutenção de baterias, da Amperis.
