Vídeo: IBAR
IBAR: analisador de baterias que mede a resistência interna e a tensão de cada elemento. O que mede, como se colocam as pontas em cada elemento e como se ensaia um banco completo até obter uma tendência.
Vídeo gerado por IA. A informação deve ser validada por um engenheiro da Amperis.
Ver a ficha do produto: Testador de baterias série IBAR
Transcrição do vídeo
O que o IBAR mede numa bateria, como se colocam as pontas em cada elemento e como se ensaia um banco completo até obter uma tendência. Uma bateria de reserva pode mostrar uma tensão normal e estar a falhar. A sua resistência interna sobe com o envelhecimento, muito antes de a tensão denunciar alguma coisa. Medida elemento a elemento e comparada ao longo dos anos, indica os elementos a substituir. Resistência de zero a 5 ohms em 4 gamas,
com resolução até um micro-ohm, e tensão até 60 volts. Cerca de dois segundos por leitura, em meio quilo. Tudo se faz pela frente e com uma só mão: o ecrã, as teclas de ligar e de iluminação, a tecla de gama ao centro, e MEM, SET, ENTER e as setas para percorrer os menus. Os cabos de ensaio ligam-se a um único conector de 4 pinos, em cima: dois fios injetam uma corrente de ensaio de um quilohertz e outros dois medem a tensão.
Em baixo, a entrada do carregador e a porta USB. Na mala: o adaptador de rede, o software de PC com o cabo USB, o conjunto de cabos com pontas de agulha e a placa de calibração de zero. As pontas em ângulo são opcionais. Primeiro, 4 verificações. A bateria, sem danos nem fugas. O equipamento e os cabos. A bateria fora de serviço, separada do carregador e da carga, que é o que torna as leituras repetíveis. E nada de gases inflamáveis, porque uma ponta pode fazer faísca.
Para um elemento: o cabo no equipamento, a ponta vermelha no terminal positivo e a preta no negativo do mesmo elemento. No modo U mais R, a resistência e a tensão saem numa só leitura. As mesmas pontas verificam a ligação entre dois elementos: a preta no negativo de um e a vermelha no positivo do seguinte. Uma ponte solta ou corroída dá mais resistência do que as vizinhas. U mais R mede resistência e tensão ao mesmo tempo, porque a resistência depende do estado de carga.
O modo U lê apenas a tensão, como apoio a um ensaio de capacidade. A gama é encontrada automaticamente, ou definida à mão. SET abre a configuração. Nas definições de ensaio escolhem-se o modo e os números de cadeia e de ensaio. Depois, o relógio, o comparador, as funções automáticas e o menu geral, onde está o ajuste de zero. O comparador dá um veredicto. Introduz-se a resistência de referência, os limites de aviso e de falha em percentagem acima dela, e uma tensão de referência.
Cada elemento fica marcado como aprovado, aviso ou falha ao ser medido. O ajuste de zero retira a resistência própria dos cabos. Coloque as duas pontas na vertical sobre a placa, com o espaçamento dos terminais da bateria. Percorre todas as gamas em cerca de 20 segundos, com aprovado ou reprovado para cada uma. Ensaiar um banco é então percorrê-lo. Escolha a cadeia e o ensaio, coloque as pontas e leia.
A retenção automática mantém o resultado, e a gravação automática guarda-o e passa ao número de elemento seguinte. Por USB, o software de PC importa os ensaios. Os elementos acima do limite de aviso ficam a amarelo, e acima do limite de falha, a vermelho. Seguem-se os histogramas, os gráficos de tendência e os relatórios, em Excel, PDF, Word ou RTF. Se as leituras parecerem duvidosas, verifique o equipamento com um shunt conhecido.
Com 3 miliohms, a leitura deve ficar entre 2,965 E3,035. Três avisos. Sobrecarga: o valor ultrapassa a gama fixada, escolha uma maior ou a automática. Sobretensão: mais de 60 volts. Má ligação: uma ponta não toca na placa de ajuste de zero. Foi pensado para baterias estacionárias: subestações, centrais, proteção e controlo, telecomunicações, UPS e centros de dados, em chumbo-ácido, VRLA, níquel-cádmio ou lítio. Ensaio de baterias, da Amperis.