Vídeo: Shark 100 – Produto
Shark 100: analisador multifunção de painel de classe 0,2 que substitui uma fila de analógicos e encaixa nos mesmos recortes ANSI ou DIN. O que mede, com que precisão e como comunica, do infravermelho à Ethernet.
Vídeo gerado por IA. A informação deve ser validada por um engenheiro da Amperis.
Ver a ficha do produto: Analisador de redes elétricas SHARK 100
Transcrição do vídeo
O que mede o Shark 100, com que precisão, e porque é tão fácil pô-lo no lugar de um analógico de painel. Muitos painéis ainda mostram a tensão, a corrente e a potência em analógicos separados, e nenhum regista a energia. O Shark 100 substitui-os por um único equipamento com precisão de faturação, encaixa nos mesmos recortes do painel e aproveita a cablagem de TI e TT que já existe. Quatro números resumem-no: classe de precisão 0,2, mais de 400 amostras por ciclo com um conversor de 24 bits,
entradas até 721 volts entre fases, e 2500 volts de isolamento. Mede a tensão entre fase e neutro e entre fases, a corrente, a potência e a energia ativa, reativa e aparente, o fator de potência e a frequência. Tensão e corrente a 0,1 % da leitura; potência e energia a 0,2. A frente foi pensada para se ler num relance: Três linhas de algarismos vermelhos grandes, sinalizadores que dizem que grandeza é mostrada, e uma barra de carga que mantém a leitura de um analógico. Quatro teclas fazem toda a programação, e uma porta de infravermelhos
na frente deixa um PC falar com o equipamento sem abrir o painel. As entradas são feitas para ambientes elétricos pouco simpáticos. Uma única entrada de tensão universal serve em redes de 69 a 347 volts, com isolamento elevado e resistência a sobretensões. E as entradas de corrente não podem abrir o circuito de um TI: o cabo pode atravessar o equipamento, ou terminar em robustas barras de passagem. As funções vêm em chaves de expansão, ativadas no local, sem retirar o equipamento. A V1 mede tensão e corrente.
A V2 acrescenta potência, fator de potência e frequência. A V3 acrescenta os contadores de energia e o DNP3. E a V4 acrescenta a distorção harmónica e os alarmes por limites. As comunicações são tão simples ou tão completas quanto a instalação pedir. A porta de infravermelhos da frente vem de série. As cartas opcionais acrescentam RS-485, com Modbus e DNP3, ou Ethernet 10 100 Base T com Modbus TCP, e ambas incluem uma saída de impulsos de energia. O mesmo equipamento encaixa num recorte redondo ANSI de 4 polegadas ou
num quadrado DIN de 92 milímetros, com pouca profundidade atrás do painel. E onde não é preciso visor, o Shark 100 T é a versão transdutora: em calha DIN, com RS-485 de série. Encaixa onde é preciso medir energia e potência com confiança: distribuidores, edifícios, indústria e campus, submedição, subestações e centrais, e sobretudo a substituição direta de analógicos de painel. Em números: TI de 5 ou de um ampere, alimentação universal ou de baixa tensão em contínua,
e funcionamento de menos 20 a mais 70 graus. Analisadores de redes, da Amperis.
