Vídeo: Shark 100 – Guia técnico
Guia técnico do Shark 100: instalação, cablagem e programação. Como se monta, como se ligam as suas entradas de corrente e de tensão em estrela e em triângulo, como se alimenta e se liga, e como se programa.
Vídeo gerado por IA. A informação deve ser validada por um engenheiro da Amperis.
Ver a ficha do produto: Analisador de redes elétricas SHARK 100
Transcrição do vídeo
Como se monta o Shark 100, como se ligam as suas entradas de corrente e de tensão em estrela e em triângulo, como se alimenta e se liga, e como se programa. É um trabalho em circuitos sob tensão, só para pessoal qualificado. Os cabos de tensão e a alimentação são protegidos por fusíveis, os circuitos dos TI passam por um bloco de curto-circuito, e um interruptor junto ao equipamento permite isolá-lo. E nunca se abre o secundário de um TI enquanto circula corrente. O equipamento encaixa em qualquer das duas normas de painel:
um recorte redondo ANSI de 4 polegadas com 4 furos de fixação, ou um recorte quadrado DIN de 92 milímetros, com os seus suportes. A junta mantém a frente estanque à água. A versão transdutora fixa-se numa calha DIN. A corrente pode ligar-se de duas formas. O cabo do TI pode atravessar o equipamento sem qualquer terminação, pelo que o equipamento não acrescenta carga e nunca pode abrir o circuito do TI. Ou pode terminar nas barras de passagem, com parafuso.
As entradas estão identificadas por cores, e aguentam 500 amperes durante um segundo. A entrada de tensão é universal: pode ligar-se diretamente até 416 volts entre fase e neutro e 721 entre fases. Acima disso usam-se TT, e a sua razão programa-se. Admite 4 ligações: estrela de 3 ou de dois elementos e meio, triângulo de dois elementos, e triângulo a 4 fios. Numa estrela de baixa tensão a 4 fios, o Shark 100 liga-se diretamente, com 3 TI.
Primeiro o comum dos TI à terra, e depois cada TI através do bloco de curto-circuito, com a marca de polaridade em HI. O neutro vai a V ref, e cada fase chega a V a, V b e V c através do seu fusível. Num triângulo a 3 fios bastam dois elementos: TI só nas fases A e C. Depois da terra e dos dois TI, as 3 fases vão diretamente, com os seus fusíveis, a V a, V b e V c, e o V ref liga-se em ponte ao V b no próprio equipamento. Com tensões mais altas, intercalam-se TT. O equipamento precisa da sua própria alimentação:
D dois, universal, de 90 a 265 volts em alternada ou de 100 a 370 volts em contínua, ou D, de 18 a 60 volts em contínua. Primeiro a terra, depois o neutro ou o negativo, e por fim a fase ou o positivo, com um fusível e um interruptor perto. Com a opção RS-485, os equipamentos ligam-se em cadeia, um a seguir ao outro, nunca em estrela, com par entrançado blindado. A blindagem liga-se à terra num só ponto; depois mais com mais, menos com menos e blindagem com blindagem,
com terminação só nas duas pontas de uma linha longa. A programação faz-se pela frente, com MENU, ENTER e as setas, ou a partir de um PC, pela porta de infravermelhos ou pela opção de comunicações. Definem-se as razões dos TI e TT e o tipo de ligação, e depois o endereço e o protocolo. E se mais tarde forem precisas mais funções, a chave de expansão ativa-se no local. Antes de sair, verifique o resultado no próprio equipamento. O diagrama fasorial do visor mostra logo se a
sequência de fases e a polaridade dos TI estão corretas. E o impulso de ensaio de watts-hora na frente permite verificar a precisão face a uma referência. Analisadores de redes, da Amperis.
