Equipamento de painel de classe 0,2% com conversor de 24 bits para instalações exigentes
Um analisador de painel apto para faturação tem de estar certificado na classe 0,2 da ANSI C12.20 e na classe 0,2S da IEC 62053-22, e convém que encaixe no vão do instrumento analógico que substitui. O Shark 100 cumpre ambas as classes graças a uma amostragem de mais de 400 amostras por ciclo com conversor de 24 bits, mede tensão e corrente com 0,1 % e potência e energia com 0,2 % da leitura, e monta-se num furo redondo ANSI C39.1 de 4" ou quadrado DIN de 92 mm com apenas 9,04 cm de profundidade.
Dados principais do Shark 100
- Precisão certificada: classe 0,2 ANSI C12.20 e classe 0,2S IEC 62053-22; tensão e corrente com 0,1 %, potência ativa, reativa e aparente, energia e fator de potência com 0,2 % da leitura, frequência com 0,01 Hz em (45-65) Hz e THD com 5,0 %.
- Medição: valor eficaz com mais de 400 amostras por ciclo em todos os canais em simultâneo; tensão, corrente, potências, fator de potência, frequência, procura máxima e energia com 5 a 8 dígitos programáveis, e watts, VAr e VA atualizados a cada 6 ciclos.
- Entradas de tensão: universal de (20-416) V entre fase e neutro e (0-721) V entre fases, programável para qualquer relação de TT, válida em redes de 69, 120, 230, 277 e 347 V e com suportabilidade a sobretensões IEEE C37.90.1.
- Entradas de corrente: classe 10 de (0,005-10) A para TI de 5 A e classe 2 de (0,001-2) A para TI de 1 A; suportam 100 A durante 10 s, 300 A durante 3 s e 500 A durante 1 s, com passagem direta do cabo do TI ou barras passantes que não abrem o circuito perante um defeito.
- Chaves V-Switch: V1 mede tensão e corrente; V2 acrescenta potência, fator de potência e frequência; V3, contadores de energia e DNP3; V4, THD e alarmes por limites; ativam-se no local sem desmontar o Shark 100.
- Comunicações: porta ótica IrDA de série; opcionalmente, RS485 com Modbus RTU/ASCII e DNP3 ou Ethernet 10/100BaseT com Modbus TCP/IP, ambas com impulso de energia KYZ.
- Montagem e ambiente: furo redondo ANSI C39.1 de 4" ou quadrado DIN de 92 mm, frente de 12,32 × 12,32 cm e 9,04 cm de profundidade; de -20 a +70 °C, IP30, frente NEMA 12, isolamento de 2500 V e versão transdutor Shark 100T em calha DIN.
Vantagens
A precisão primeiro
Classe 0,2 ANSI C12.20 e 0,2S IEC 62053-22, com indicador LED vermelho de três linhas, varrimento automático e barra de percentagem de carga.
Entradas de alto isolamento
Entrada universal até 416 V entre fase e neutro e 721 V entre fases, programável para qualquer relação de TT; a mesma unidade cumpre em redes de 69, 120, 230, 277 e 347 V.
Entradas de corrente à prova de curto-circuito
O cabo do TI pode atravessar o equipamento sem terminação, ou terminar em barras passantes robustas sem risco de abrir o circuito perante um defeito.
Fácil de instalar e de usar
Programação a partir da frente ou de um PC, diagrama fasorial no indicador e entradas identificadas por cor.
Tecnologia V-Switch
V1 mede tensão e corrente; V2 acrescenta potência e frequência; V3 acrescenta contadores de energia e DNP3; V4 acrescenta THD e alarmes por limites.
Aplicações
- Medição em distribuidoras, edifícios, indústria e campus, e submedição.
- Subestações e centrais de produção.
- Substituição direta de analógicos de painel, reaproveitando a cablagem de TI e TT existente.
Sobre o produto
O equipamento encaixa num furo redondo ANSI C39.1 de 4" ou num quadrado DIN de 92 mm, com uma frente de 12,32 × 12,32 cm e uma profundidade de 9,04 cm. Existe uma versão transdutor, o Shark 100T, sem indicador e montada em calha DIN, com a porta RS485 incorporada de série. As comunicações incluem IrDA de série e, opcionalmente, RS485 com Modbus e DNP3 ou Ethernet 10/100BaseT com Modbus TCP/IP. Alimenta-se com (90-265) V CA ou (100-370) V CC, ou com (18-60) V CC, com isolamento galvânico de 2500 V em todas as entradas e saídas.
Especificações técnicas
| Precisão | Classe 0,2 ANSI C12.20; 0,2S IEC 62053-22 |
| Entradas de tensão | (20-416) V entre fase e neutro; (0-721) V entre fases |
| Entradas de corrente | Classe 10: (0,005-10) A; classe 2: (0,001-2) A |
| Isolamento | 2500 V em todas as entradas e saídas |
| Comunicações | IrDA de série; RS485 ou Ethernet 10/100BaseT opcionais |
| Dimensões | 12,32 × 12,32 cm; profundidade 9,04 cm |
| Furo de painel | Redondo ANSI 4" ou quadrado DIN de 92 mm |
| Condições ambientais | -20 a +70 °C; até 95% HR sem condensação; IP30 |
| Precisão por grandeza | Tensão e corrente 0,1 %; potência, energia e FP 0,2 %; frequência 0,01 Hz; THD 5,0 % |
| Medição e atualização | Valor eficaz, mais de 400 amostras/ciclo; W, VAr e VA a cada 6 ciclos |
| Alimentação auxiliar | (90-265) V CA ou (100-370) V CC, 5 VA máx.; opção (18-60) V CC |
Perguntas frequentes
Que precisão tem o Shark 100 em cada grandeza?
Tensão e corrente com 0,1 %, potência ativa, reativa e aparente, energia e fator de potência com 0,2 % da leitura, frequência com 0,01 Hz em (45-65) Hz e THD com 5,0 %. Estes valores aplicam-se a ligações em estrela de 3 elementos e em triângulo de 2 elementos; em 2,5 elementos acrescenta-se 0,1 % do fim de escala mais um dígito.
Que corrente de defeito suportam as entradas do Shark 100?
100 A durante 10 s, 300 A durante 3 s e 500 A durante 1 s a 23 °C, e 20 A em permanência, tanto em ligação por parafuso como passante. A corrente de arranque é de 5 mA e o consumo de 0,005 VA por fase a 11 A.
Que classe de precisão certifica o Shark 100?
Classe 0,2 ANSI C12.20 e classe 0,2S IEC 62053-22, com amostragem de mais de 400 amostras por ciclo e conversor de 24 bits.
Qual é a diferença entre as chaves V-Switch?
V1 mede tensão e corrente; V2 acrescenta potência e frequência; V3 acrescenta energia e DNP3; V4 acrescenta THD e alarmes.
Como se evita que o equipamento seja um ponto de falha do TI?
O cabo do TI pode atravessar o equipamento sem terminação, ou terminar em barras passantes que não abrem o circuito perante um defeito.
Que opções de comunicação admite?
IrDA de série e, opcionalmente, RS485 com Modbus e DNP3 ou Ethernet 10/100BaseT com Modbus TCP/IP.


