Vídeo: Disjuntores e aparelhagem: o que ensinam seis webinars técnicos
Resumo em vídeo de seis webinars sobre disjuntores: porque falham, o que a manutenção periódica não deteta e o que acrescenta a monitorização contínua.
Vídeo gerado com IA. A informação deve ser validada por um engenheiro da Amperis.
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Transcrição do vídeo
Seis webinars técnicos sobre disjuntores e celas, resumidos. O que se parte, o que escapa à manutenção convencional, e o que um monitor contínuo realmente acrescenta. Comecemos pela razão de tudo isto importar. Os disjuntores são, de longe, o maior contribuinte individual para os eventos de subestação, e um disjuntor que não abre, ou que é simplesmente lento, deixa tudo o que está atrás dele exposto à corrente de defeito. E quando falham, a causa é esmagadoramente mecânica.
No inquérito do setor citado nestas sessões, os problemas mecânicos representam entre 83 e 90 % dos problemas reportados, em todas as classes de tensão. As sessões são diretas sobre porque a manutenção cíclica não apanha estes problemas. Desenvolvem-se entre os intervalos, e vários deles são invisíveis para um ensaio que exige tirar o disjuntor de serviço. Os próprios ensaios fora de serviço têm limites que convém conhecer. A resistência de contactos, por exemplo, não diz nada sobre o desgaste dos contactos, porque os contactos de arco não são os que se medem.
Em linha, a medida no centro de tudo é a corrente da bobina de disparo. Cada inflexão é uma peça do mecanismo a mover-se, e a 128 amostras por ciclo resolve-se ao milissegundo. E o diagnóstico é uma comparação, não um limiar. Quando a lubrificação seca, a primeira metade da forma de onda não muda e tudo o que vem depois do trinco chega tarde. As sessões acrescentam um detalhe que convém recordar: opere esse disjuntor uma segunda vez e o tempo de interrupção melhora,
o que é em si a assinatura de um problema de lubrificação e não de trinco. Uma pergunta que surge em todas as sessões: o relé de proteção já regista o disparo, então porquê acrescentar seja o que for? Porque o relé fala-lhe do defeito, e o monitor fala-lhe do disjuntor. De cada captura saem os números pelos quais um disjuntor é realmente julgado. O gás tem uma sessão própria, e o argumento contra o manómetro é simples. Um manómetro mecânico ou um densóstato precisa que alguém o veja, e só alarma quando já se perdeu uma quantidade significativa de gás.
E quando o gás é ensaiado em vez de apenas medido, as sessões expõem para que serve o trabalho de laboratório. Por fim, as celas, onde o modo de falha muda. Aqui não é o mecanismo mas o isolamento, e a medida que o encontra é a descarga parcial. Se há um fio que atravessa as 6 sessões, é este. Monitorização de disjuntores e celas, da Amperis.