Saltar para o conteúdo

Vídeo: Monitorização de transformadores: o que ensinam 42 webinars técnicos

Duração: 4:03 ·

Resumo em vídeo de 42 webinars sobre monitorização de transformadores: ponto quente, gases dissolvidos, humidade, travessias, comutador em carga e defeitos passantes, o que cada um indica e o custo de ignorá-los.

Resumo em vídeo de 42 webinars sobre transformadores: ponto quente, gases dissolvidos, humidade, travessias, comutador em carga e defeitos passantes.

Vídeo gerado com IA. A informação deve ser validada por um engenheiro da Amperis.

Artigo em que aparece este vídeo

Transcrição do vídeo

42 webinars técnicos sobre transformadores, resumidos. Temperatura, gás, humidade, travessias, comutadores de tomadas e defeitos passantes: o que cada um lhe diz, e o que custa ignorá-lo. As sessões abrem com uma pergunta que enquadra tudo o resto. Qual é a parte mais importante de um transformador? A resposta é que não há uma só: é um conjunto de subsistemas, e uma falha em qualquer deles pode tirar a unidade de serviço. A medida que governa a vida da unidade é o ponto quente do enrolamento,

e não se pode medir com uma sonda no óleo. Calcula-se, e as sessões são claras sobre quão errados podem estar os mostradores antigos. E o custo de errar não é linear. Segundo o guia de carga da IEC, cada 6 graus acima de 98 duplica a velocidade a que o papel envelhece. O gás é o segundo pilar, e as sessões ensinam-no como um termómetro. Cada temperatura de defeito produz o seu próprio gás,

por isso o gás que aparece diz-lhe quão quente está o defeito. O hidrogénio recebe um tratamento próprio, porque a sua física é incómoda. É o menos solúvel dos gases de diagnóstico, por isso abandona o óleo e acumula-se no colchão de gás numa proporção de cerca de 20 para um. A humidade é aquela a que as sessões voltam mais vezes, e a razão é um número que surpreende. Num transformador de 50 MVA com um e meio por 100 de água no papel, quase toda a água está no papel, não no óleo.

E quanta aparece no óleo depende inteiramente da temperatura. E conhecer a água no papel não é académico. Três limites práticos dependem disso. As travessias ocupam 6 das 42 sessões, e a razão é a gravidade. Uma falha de travessia é súbita, e cerca de metade das vezes provoca um incêndio que destrói o transformador com ela. As sessões explicam depois porque a medida em linha funciona, e é a própria construção da travessia.

E o que o monitor procura é equilíbrio. Três travessias sãs produzem 3 correntes que se anulam. Quando uma muda, a soma deixa de ser zero. As sessões acrescentam um aviso: a 10 quilovolts um ensaio fora de serviço pode não apanhar uma contaminação que se vê claramente à tensão nominal. O comutador de tomadas é a única parte de um transformador que se move por rotina, e as estatísticas de falha de uma grande empresa elétrica demonstram-no.

O arco no comutador de tomadas foi a categoria mais numerosa, e 14 desses 28 casos acabaram por destruir um enrolamento. Quatro medidas vigiam-no, e a mais engenhosa é a energia do motor. A maioria dos problemas mecânicos do acionamento muda a potência que o motor consome, por isso os joules gastos por mudança de tomada tornam-se um retrato da articulação, das engrenagens e da lubrificação. Dois esforços mais vêm de fora do transformador e merecem monitorização precisamente porque se acumulam.

Os defeitos passantes, e as harmónicas de um núcleo saturado. Ao longo de 42 sessões, 5 coisas repetem-se mais do que qualquer outra. Monitorização de transformadores, da Amperis.

Tem um ensaio para resolver? Fale com um engenheiro.

Diga-nos o ativo, a tensão e o ensaio de que precisa, e propomos o equipamento adequado.

+34 982 20 99 20 Seg–qui 09:00–14:00 · 15:30–19:00sex 08:00–14:00 Pedir orçamento