Fonte estável e analisador de bobinas num equipamento de 11 kg
Para ensaiar um disjuntor quando a bateria da subestação não está disponível, ou para o verificar em subtensão e sobretensão, é necessária uma fonte regulada que alimente bobinas e motor e meça ao mesmo tempo o circuito auxiliar. O SAT40A II faz isso num equipamento de 11 kg: quatro saídas de bobina de 10 a 300 V CC ou de 10 a 250 V CA com até 15 A e ondulação inferior a 1 %, duas saídas de motor que suportam correntes de arranque até 40 A, medição da resistência de bobina de 1 a 999 Ω e prova automática de tensão mínima de disparo segundo IEC 62271-100, IEC 56 e ANSI C37.09.
Dados principais do SAT40A II
- Saídas de bobina: 4 independentes (2 CC + 2 CA), de 10 a 300 V CC ou de 10 a 250 V CA, até 15 A; a saída CC está filtrada com ondulação inferior a 1 % para que as curvas de corrente de bobina fiquem limpas e comparáveis.
- Saídas de motor: CC e CA, com corrente de arranque até 40 A para motores de carga de mola; servem também como fonte contínua ou carregador provisório.
- Medição: tensão e corrente com exatidão de ±(0,25 % leit. + 0,25 % FE), corrente de bobina de 1 a 50 A CC; resistência de bobina de 1 a 999 Ω com resolução de 0,1 Ω e exatidão típica de ±(0,5 % leit. + 0,5 % FE) entre 100 e 999 Ω.
- Ensaios: tensão mínima de disparo automática segundo IEC 62271-100, IEC 56 e ANSI C37.09, com gráfico de tensão em função do tempo no software de PC; corrente do motor e tempo de carga do mecanismo de mola; manobras em subtensão e sobretensão; aquecimento dos equipamentos auxiliares.
- Compatibilidade: alimenta bobinas e motores durante ensaios com analisadores de qualquer fabricante; com os analisadores CAT e o software de PC forma um único sistema de ensaio.
- Equipamento: 11 kg, consumo até 4000 VA com rede de 90 a 264 V CA, memória de 1000 medições com data e hora, USB (RS232 e Bluetooth opcionais).
Vantagens
Saídas separadas para bobinas e motor
Quatro saídas independentes de bobina, de 10 a 300 V CC ou de 10 a 250 V CA com até 15 A, e duas saídas de motor que suportam correntes de arranque até 40 A; a saída de motor serve também como fonte contínua ou carregador provisório.
Tensão regulada com ondulação mínima
A saída CC está filtrada com uma ondulação inferior a 1 %, pelo que os gráficos de corrente de bobina registados com um analisador de disjuntores ficam limpos e comparáveis.
Ensaios fora do valor nominal
Como o próprio equipamento gera a tensão, o disjuntor verifica-se em condições de subtensão e de sobretensão, algo que a bateria da subestação não permite.
Tensão mínima de disparo automática
A prova executa-se de forma totalmente automática segundo IEC 62271-100, IEC 56 e ANSI C37.09, e com o software de PC completa-se com o gráfico de tensão em função do tempo.
Aplicações
- Disjuntores de baixa, média e alta tensão em fabrico, comissionamento e manutenção.
- Alimentação de bobinas e motores durante ensaios com analisadores de qualquer fabricante.
- Medição de resistência e corrente de bobinas segundo IEC 62271-100.
- Corrente do motor e tempo de carga do mecanismo de mola.
- Ensaio de aquecimento dos equipamentos auxiliares e de controlo.
Acerca do produto
O equipamento mede tensão e corrente com exatidão de ±(0,25 % + 0,25 %) e a resistência de bobinas de 1 a 999 Ω com resolução de 0,1 Ω. A memória guarda 1000 medições com data e hora, a comunicação é por USB (RS232 e Bluetooth opcionais) e, com os analisadores CAT e o software de PC, forma um único sistema de ensaio. Acessórios: cabos com conectores de segurança, sonda de temperatura, módulo Bluetooth e bolsa de transporte.
Especificações técnicas
| Saídas de bobina | 4 (2 CC + 2 CA); 10 – 300 V CC / 10 – 250 V CA; até 15 A |
| Saídas de motor | CC e CA; corrente de arranque até 40 A |
| Ondulação da saída CC | Inferior a 1 % |
| Resistência de bobina | 1 – 999 Ω; resolução 0,1 Ω / 1 Ω |
| Exatidão (V, I) | ±(0,25 % leit. + 0,25 % FE) |
| Memória | 1000 medições com data e hora |
| Consumo | Até 4000 VA; rede 90 – 264 V CA |
| Peso | 11 kg |
| Medição de corrente de bobina (CC) | 1 – 50 A; ±(0,25 % leit. + 0,25 % FE) |
| Exatidão da resistência de bobina | ±(0,5 % leit. + 0,5 % FE) típica, de 100 a 999 Ω |
Perguntas frequentes
Como se alimentam as bobinas de um disjuntor se não houver bateria na subestação?
Com uma fonte portátil regulada que forneça a tensão de comando e suporte o arranque do motor. O SAT40A II fornece de 10 a 300 V CC ou de 10 a 250 V CA com até 15 A em quatro saídas de bobina, com ondulação inferior a 1 % em CC, e as suas saídas de motor suportam correntes de arranque até 40 A.
Que equipamento mede a tensão mínima de disparo de um disjuntor segundo IEC 62271-100?
Um que gere uma tensão de comando variável e registe o valor a que a bobina atua. O SAT40A II executa a prova automaticamente segundo IEC 62271-100, IEC 56 e ANSI C37.09, documenta o valor exato e, com o software de PC, acrescenta o gráfico de tensão em função do tempo; tensão e corrente medem-se com ±(0,25 % da leitura + 0,25 % do fundo de escala).
Para que serve se a subestação já tem bateria?
Para não depender dela: alimenta o disjuntor em instalações novas ou desligadas e permite ainda ensaiar em subtensão e sobretensão, condições que a bateria fixa não oferece.
Funciona com analisadores de outros fabricantes?
Sim. As saídas reguladas alimentam bobinas e motores seja qual for o analisador; com os equipamentos CAT forma, além disso, um só sistema de ensaio com software comum.
O que é a prova de tensão mínima de disparo?
Verifica que a bobina dispara com uma tensão muito inferior à nominal da bateria, como exigem as normas; o equipamento executa-a automaticamente e documenta o valor exato.
Porque importa a ondulação da fonte?
Uma ondulação alta deforma a curva de corrente da bobina e esconde defeitos mecânicos; com menos de 1 % as curvas podem analisar-se e comparar-se entre manobras.
