Vídeo: HZJD-2Z
HZJD-2Z: medidor automático de perdas dielétricas e resistividade de óleo isolante, que mede a tangente delta, a permitividade e a resistividade em CC com a amostra a quente, dentro de meio grau. Porque são importantes, como funciona a célula de ensaio, como se liga e como decorre um ensaio do princípio ao fim.
Vídeo gerado por IA. A informação deve ser validada por um engenheiro da Amperis.
Ver a ficha do produto: Medidor de Perdas Dielétricas e Resistividade de Óleo isolante
Transcrição do vídeo
Como o HZJD-2Z mede automaticamente as perdas dielétricas, a primitividade e a resistividade do óleo isolante, o que mede, porque é importante, como funciona a célula de ensaio, como se liga e como decorre um ensaio do princípio ao fim. Quando o óleo isolante envelhece ou se contamina, enche-se de produtos polares, umidade e partículas. As suas perdas dielétricas sobem e a sua resistividade desce, muito antes de a tensão de rotura revelar alguma coisa.
Por isso o fator de dissipação e a resistividade estão entre os controlos mais sensíveis do estado do óleo. Tudo está num só instrumento, a célula de ensaio de 3 elétrodos, o aquecedor por indução com o seu controlo de temperatura, a ponte de perdas dielétricas com a sua fonte alternada e um condensador padrão cheio de gás, e o megómetro com a sua fonte de alta tensão contínua. O condensador de referência não deriva com a temperatura nem com a umidade, e a alimentação alternada é regenerada internamente,
por isso as flutuações da rede nunca chegam ao resultado. Mede o fator de dissipação de 0,00001 a 100, a primitividade relativa de 1 a 30 e a resistividade em contínua até 20 Tm. Ensaia de 500 a 2000 volts em alternada e até 500 volts em contínua, de 0 a 125 graus. Com a tampa aberta, a célula de ensaio está no poço de aquecimento, com o cabo de ensaio e a sonda de temperatura ligados. Abrir a tampa interrompe o aquecimento e a alta tensão.
A direita, o ecrã tátil a cores e a impressora integrada. A célula de ensaio é o coração da medida. Tem três elétrodos, o elétrodo exterior de alta tensão, o elétrodo interior de medida e um elétrodo de guarda que deixa as fugas e a capacidade parasita fora do resultado. O afastamento é de 2 milímetros e a célula leva cerca de 40 mililitros de óleo. As propriedades do óleo variam muito com a temperatura, por isso a amostra é ensaiada a uma temperatura definida.
A célula é aquecida por indução de média frequência, sem contacto entre a célula e o aquecedor, e um controle P e D mantém-a dentro de meio grau. Um relé de limite corta o aquecimento acima de 120 graus, em que difere do TAND220A. Esse mede a condutividade com uma onda quadrada de baixa tensão, e também vai para o terreno. O HZJD-2Z é um instrumento de laboratório, ensaia a frequência industrial até 2
mil volts, acrescenta a resistividade em contínua e aquece-a o próprio amostra. Na caixa, a célula de ensaio, o cabo de ensaio e o da sonda de temperatura, um tubo de óleo, uma proveta, o cabo de alimentação, fusíveis de reserva, papel térmico e duas chaves Allen. Ligação, primeiro a terra. O borne de terra na traseira vai à terra da instalação. Depois, o cabo de alimentação, 220 volts. Em cima, o cabo de ensaio vai da tomada de medida à célula,
e a sonda de temperatura da sua tomada ao eletrodo interior. A saída de esvaziamento vai para um recipiente de resíduos. Um ensaio segue 6 passos. Colocar a célula limpa e ligá-la. Definir a temperatura e as tensões. Calibrar com a célula vazia. Encher cerca de 40 ml de óleo e deixar assentar as bolhas mais de 15 minutos. Lançar o ensaio automático, aquece, sobe a tensão e mede.
Depois, guardar, imprimir e esvaziar. O relatório dá a capacidade da célula com a amostra, o fator de dissipação, a primitividade relativa e a resistividade em contínua. Cada resultado é guardado com a sua temperatura, tensão de ensaio, data e hora, podem recuperar-se e imprimir-se até 100 registros. O óleo é muito sensível à menor contaminação, por isso a célula tem de estar limpa. Entre amostras semelhantes, enxágua-se duas ou três vezes com a amostra seguinte, com o botão de esvaziamento.
Para uma limpeza completa, desmonta-se a célula, lava-se, passa-se por água destilada e seca-se em estufa entre 105 e 110 graus. Durante o ensaio há alta tensão e alta temperatura na célula. O equipamento tem de estar bem ligado à terra antes de ser usado e não se toca em nada enquanto está em tensão. Corta a tensão e avisa em caso de sobretensão, sobreintensidade ao curto-circuito e de avaria da sonda de temperatura. Nunca em ambientes úmidos ou explosivos.
Em números, fator de dissipação com uma precisão de mais ou menos 1% da leitura mais 0,0001, resistividade dentro dos 10%, alimentação de 220 volts e sem osse e 22 kg. Ensaio de óleos isolantes, da Amperis.