Para medir a rigidez dielétrica (tensão de rutura) do óleo de um transformador é necessário um equipamento que suba a tensão entre dois elétrodos imersos na amostra à velocidade fixada pela norma, detete a perfuração e corte de imediato, repetindo a sequência para calcular a média. O Dielectrotest fá-lo sozinho: com versões de 60, 80 e 100 kV eficazes, sobe a tensão de 0,1 a 10 kV/s, mede-a em verdadeiro valor eficaz com exatidão de ±1 kV, desliga em menos de 1 ms após a rutura e aplica sequências pré-programadas da IEC 60156, da ASTM D877, da ASTM D1816 e de outras normas nacionais.
Dados principais do Dielectrotest
- Tensão de ensaio: o Dielectrotest fabrica-se nas versões 60A-2, 80A-2 e 100A-2, de 60, 80 e 100 kV eficazes, com medição em verdadeiro valor eficaz, resolução de 0,1 kV e exatidão de ±1 kV.
- Sequência de ensaio: velocidade de subida programável de 0,1 a 10 kV/s, com subida, manutenção da tensão e tempo em 5 patamares; em modo automático é fixada pela norma selecionada.
- Normas pré-programadas: IEC 156 (IEC 60156), VDE 370, BS 5874, UTE C 27-221, UNE 21309, NEN 10156, SEV 3141, CEI 10-1, ASTM D1816, ASTM D877 e JIS 2101, mais até 10 sequências definidas pelo utilizador.
- Corte na rutura: em menos de 1 ms, com limiar de corrente programável de 1 a 5 mA, para evitar a carbonização da amostra.
- Resultados: valores de rutura individuais, valor médio e desvio padrão em ecrã gráfico retroiluminado, relatório em impressora térmica integrada de 24 caracteres por linha e memória dos últimos 20 ensaios, com descarga para PC por RS-232 ou Bluetooth em formato de folha de cálculo.
- Recipiente e elétrodos: recipiente de vidro de 400 ml com tampa e agitador magnético com barra de teflon, elétrodos de cogumelo, esfera ou disco e separação ajustável com calibradores de 2 e 2,5 mm.
- Segurança: encravamento que corta a alta tensão ao abrir a tampa e câmara de ensaio blindada eletromagneticamente numa caixa de alumínio.
- Dados físicos: 503 (+70 das pegas) × 450 × 390 mm; 35 kg a versão de 60 kV e 39 kg as de 80 e 100 kV; alimentação a 110, 230 ou 240 V, 50/60 Hz, com consumo máximo de 900 VA; funcionamento de 0 a +50 °C.
Vantagens
O ensaio normalizado, com duas teclas
As sequências das normas nacionais e internacionais mais comuns vêm pré-programadas, e o utilizador pode definir e guardar livremente até 10 sequências próprias.
Corte em menos de 1 milissegundo
A alta tensão desliga-se em menos de 1 ms após a perfuração, o que evita a carbonização da amostra e permite encadear medições fiáveis.
Estatística calculada no momento
O equipamento mostra os valores de rutura individuais, o valor médio e o desvio padrão, os números com que as normas caracterizam a amostra.
Relatório impresso e arquivo em PC
A impressora térmica integrada emite o relatório com data, hora, temperatura e número da amostra; os últimos 20 ensaios ficam em memória e descarregam-se para o computador por Bluetooth ou RS-232.
Pensado para trabalhar em segurança
Um encravamento corta a alta tensão se a tampa se abrir durante o ensaio, e a câmara de ensaio está blindada eletromagneticamente numa caixa robusta.
Aplicações
- Controlo periódico do óleo de transformadores de potência e de distribuição.
- Comissionamento e manutenção no terreno de aparelhagem isolada a óleo.
- Laboratórios de análise de óleos minerais e líquidos isolantes.
- Verificação do óleo após processos de filtragem, secagem ou regeneração.
Acerca do produto
A amostra ensaia-se num recipiente de vidro de 400 ml com tampa e agitador magnético, com elétrodos de tipo cogumelo, esfera ou disco e separação ajustável comprovada com os calibradores de 2 e 2,5 mm. Antes de arrancar, o equipamento mostra o tipo de elétrodo e a separação exigidos pela norma escolhida, e admite introduzir a temperatura e o número da amostra para o relatório.
O ecrã gráfico retroiluminado e as quatro teclas F1 a F4 guiam a operação em vários idiomas. Acessórios disponíveis: pares de elétrodos de cogumelo, esfera ou disco conformes com a ASTM D877, papel térmico e software de PC para armazenar e imprimir os resultados.
Especificações técnicas
| Tensão de ensaio | Até 100 kV |
| Corte na rutura | Inferior a 1 ms |
| Normas | Sequências IEC e ASTM pré-programadas (IEC 60156, ASTM D877) |
| Sequências de utilizador | Até 10, configuráveis |
| Resultados | Valores individuais, média e desvio padrão |
| Registo | Impressora integrada; memória de 20 ensaios; PC por Bluetooth ou RS-232 |
| Recipiente de ensaio | Vidro, 400 ml, com tampa e agitador magnético |
| Elétrodos | Cogumelo, esfera ou disco; separação ajustável (calibradores de 2 e 2,5 mm) |
| Medição de tensão | Verdadeiro valor eficaz; resolução 0,1 kV; exatidão ±1 kV |
| Velocidade de subida e corte | 0,1-10 kV/s programável; corte por corrente programável de 1-5 mA |
| Alimentação e ambiente | 110, 230 ou 240 V, 50/60 Hz, máx. 900 VA; funcionamento de 0 a +50 °C |
Perguntas frequentes
Com que exatidão mede o Dielectrotest a tensão de rutura?
O Dielectrotest mede a tensão em verdadeiro valor eficaz com resolução de 0,1 kV e exatidão de ±1 kV. A tensão sobe com uma velocidade programável de 0,1 a 10 kV/s e desliga-se em menos de 1 ms quando ocorre a rutura, com um limiar de corrente ajustável de 1 a 5 mA.
Que versões do Dielectrotest existem?
Três: o 60A-2, de 60 kV eficazes e 35 kg, e o 80A-2 e o 100A-2, de 80 e 100 kV eficazes e 39 kg. Todos medem 503 (+70 das pegas) × 450 × 390 mm e alimentam-se a 110, 230 ou 240 V, 50/60 Hz.
Porque se ensaia a tensão de rutura do óleo?
Porque a humidade e as partículas reduzem a rigidez dielétrica; medi-la a intervalos regulares deteta a tempo a degradação do isolamento líquido.
Que normas pode aplicar?
As sequências mais comuns das normas internacionais, como a IEC 60156, vêm pré-programadas, com elétrodos de cogumelo, esfera ou disco conformes com a ASTM D877.
Como se documentam os resultados?
A impressora térmica emite o relatório completo no fim; os últimos 20 ensaios ficam guardados em memória e podem reimprimir-se ou descarregar-se para o PC.
É seguro para o operador?
Sim. O encravamento da tampa desliga a alta tensão ao abrir-se, e a câmara de ensaio está blindada dentro de uma caixa robusta.
Serve para o trabalho de campo?
Sim. É um equipamento portátil concebido para o comissionamento e a manutenção no terreno, além do laboratório.




