Vídeo: Rapidox 2100-FGA
Rapidox 2100-FGA: analisador de gás de formação que mede o oxigénio com um sensor de zircónia, até 10E-30 ppm, e calcula o ponto de orvalho. O que é o gás de formação, porque é que a sua humidade se mede através do oxigénio, e como se instala o sensor, se calibra e se lê.
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Ver a ficha do produto: Analisador de gás de formação Rapidox 2100-FGA
Transcrição do vídeo
O que é o gás de formação, porque é que este analisador mede a sua humidade através do oxigénio, e como se instala o sensor, se calibra e se lê. O gás de formação, normalmente 5 % de hidrogénio em azoto, protege o metal no forno. O que estraga o trabalho é a água: à temperatura do forno decompõe-se, e o oxigénio mancha e forma calamina nas peças. É por isso que as atmosferas se especificam pelo ponto de orvalho. Este analisador vai à causa. Um sensor de zircónia mede diretamente o oxigénio, até 10 elevado a menos 30 partes por 1000000.
Com o teor de hidrogénio introduzido, resolve o equilíbrio e dá o ponto de orvalho. De 10 elevado a menos 30 partes por 1000000 até 30 %, 1 resposta abaixo de 4 segundos, um por 100 da leitura, e mais de 17500 horas de vida do sensor. Acima de 660 graus, o cálculo usa a temperatura do termopar tipo K, por isso a sua ponta tem de estar no gás de formação, mesmo ao lado do sensor. Na frente: o visor com oxigénio, ponto de orvalho e hidrogénio, a tomada de 5 pinos do sensor, a tomada auxiliar para um transmissor de pressão ou de vácuo, e o teclado.
Atrás: saídas de oxigénio e do canal auxiliar, dois relés de alarme, a entrada de termopar, a porta série e a tomada de rede. O sensor enrosca numa tomada M 18 da parede do forno, com a parte traseira ao ar livre, num cabo de até 25 metros. O termopar fica ao lado, e o sensor de pressão opcional no mesmo ponto. Ou leva-se o gás ao sensor num bloco de amostragem: meio litro a um litro por minuto, com um metro de tubo de saída para que o ar ambiente não se misture.
Há versões em inox, de alta pressão e de vácuo. Ao ligar, aquece e limpa o sensor, em cerca de um minuto. É preciso deixar meia hora para estabilizar, e verificar primeiro o teor de hidrogénio: o ponto de orvalho só é tão certo como esse número. O modo hidrogénio é para hidrogénio puro, o modo vácuo lê o sensor como um vacuómetro, e com um sensor de pressão, a correção automática torna o oxigénio e o ponto de orvalho independentes da pressão.
A calibração segue 5 pontos, desde o ar limpo até 10 partes por 1000000. Três são definidos na fábrica; os dois intermédios podem ser recalibrados com os seus próprios gases. Cada ponto usa um gás de oxigénio conhecido, a um litro por minuto, perto da pressão ambiente. Introduz-se o valor, espera-se por uma leitura estável, e mantém-se enter premido dois segundos. O valor de R ao quadrado indica a qualidade.
A limpeza automática queima a fuligem em cada arranque, e o sensor pré-calibrado troca-se no local. Duas coisas que nunca deve ver: SF6, que destrói a zircónia, e misturas inflamáveis como hidrogénio em ar. Para a instalação: saídas de tensão e corrente para o oxigénio e o ponto de orvalho, com escala logarítmica disponível, dois relés de alarme que podem vigiar até o ponto de orvalho, e Modbus RTU. O software fornecido reproduz o visor,
configura tudo à distância e regista cada canal. Numa fornada, oxigénio e ponto de orvalho variam juntos, exatamente como o analisador pressupõe. Tratamento térmico de metais, recozimento, sinterização e brasagem, atmosferas protetoras e investigação: em bancada, num painel de 19 polegadas, ou numa caixa mural IP 65. Análise de gases, da Amperis.