Vídeo: TC721
A TC721 é uma câmara de imagem ótica de gás que mostra fugas de metano, hidrocarbonetos e COV entre 3,2 e 3,5 µm. Explica como difere da câmara para SF6.
TC721: câmara de imagem ótica de gás que torna visíveis as fugas de metano, hidrocarbonetos e COV na banda de 3,2 a 3,5 µm. Que gases vê, em que difere de uma câmara para SF6, e como se utiliza para inspecionar uma instalação.
Vídeo gerado por IA. A informação deve ser validada por um engenheiro da Amperis.
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Que gases esta câmara torna visíveis, em que difere de uma câmara para SF6, e como se utiliza para inspecionar uma instalação. Uma fuga de metano, de propano ou de vapor de solvente é invisível. Cada uma é produto perdido e uma emissão fugitiva, e muitos destes gases são combustíveis. É preciso uma forma de ver a fuga à distância, enquanto a instalação continua a funcionar. A câmara observa a radiação infravermelha
numa banda estreita, de 3,2 a 3,5 micrómetros. É aí que o metano, o propano e os outros hidrocarbonetos absorvem com força. Onde está o gás falta parte da radiação do fundo, e a fuga aparece no ecrã como uma pluma em movimento. Portanto, é a banda que decide o gás. A TC721 está sintonizada para os hidrocarbonetos e os compostos orgânicos voláteis. OSF6 absorve muito mais longe, perto dos 10 micrómetros e meio: para o SF6 em aparelhagem, a câmara é a TC706.
Metano, etano, propano, butano, pentano e hexano. E além destes, etileno e propileno, benzeno, tolueno e xileno, metanol e etanol, e dezenas de outros compostos voláteis presentes nas refinarias e nas fábricas químicas. Esta é a gravação da própria câmara numa instalação de processo. O que sai do respiro desloca-se e muda de forma, imagem a imagem, e sempre a partir do mesmo ponto. Numa imagem fixa é fácil não reparar. Em movimento, é evidente.
As plumas fracas precisam de um detetor sensível. A TC721 usa uma matriz arrefecida de poço quântico de 320 por 256 píxeis, com uma sensibilidade térmica de 15 1000ᵃˢ de grau. Deteta 4 10ᵃˢ de grama de metano por hora, a dois metros. Há dois modos de deteção: o normal e um modo de alta sensibilidade multinível para as fugas mais pequenas. E quando o trabalho é de temperatura, a mesma câmara mede de menos 40 a 500 graus. Onde há fugas de hidrocarbonetos, o ar à volta pode ser explosivo.
A TC721 tem uma certificação Ex para o grupo de gases dois C e a classe de temperatura T4, por isso pode entrar nas zonas perigosas das instalações petroquímicas e de gás. Na câmara: a objetiva infravermelha, com focagem motorizada. A câmara visível de 5 megapíxeis, entre as suas duas luzes. A pega de transporte e os botões em cima. O visor OLED e o ecrã tátil de 5 polegadas, que se abre para o lado. Foi feita para andar pela instalação.
Quatro horas de trabalho contínuo com a bateria de lítio, ecrã tátil ou visor, um apontador laser para mostrar a fuga a um colega, GPS nos ficheiros e uma luz auxiliar para os cantos escuros. Antes de uma inspeção, carregue a bateria e ligue a câmara com antecedência: o detetor tem de arrefecer, o que leva até 7 minutos. Depois escolha o modo de deteção, uma paleta adequada ao fundo, e confirme que há espaço no cartão. Depois, percorra a instalação e varra devagar, linha a linha.
Procure o que se desloca e muda de forma, e não o que está simplesmente quente ou frio. As fugas localizam-se a até 80 metros, sem parar nada. A paleta conta. Há 11, do branco quente e do preto quente ao ferro e ao arco-íris, com contraste e brilho automáticos ou manuais. Num fundo carregado, mudar de paleta é muitas vezes o que faz a pluma destacar-se do que está por trás. Em termografia, mede até 10 pontos e 10 áreas ao mesmo tempo,
ao longo de uma linha ou como diferença, com isotérmicas e alarmes. A emissividade, o fundo e a atmosfera são corrigidos. Cada achado fica documentado: imagens infravermelhas com os dados de medição lá dentro, vídeo infravermelho e visível, e uma nota de voz ou de texto com cada imagem. Os ficheiros saem da câmara por Wi-Fi, Bluetooth ou pela saída de vídeo. Produção de petróleo e gás e redes de gás natural, instalações petroquímicas e químicas com hidrocarbonetos,
inspeções de fugas de COV, e inspeção junto a subestações energizadas, com os equipamentos em serviço. Deteção de fugas de gás, da Amperis.
